quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O Festival Mundo termina sua maratona entre oficinas, debates, mostra audiovisual


O Festival Mundo termina sua maratona entre oficinas, debates, mostra audiovisual, programação envolvendo questões socioambientais, em 10 dias de muita arte e cultura nas suas mais diversas formas de expressão. Com 20 bandas subindo ao palco, mais apresentaçõesde artes cênicas, skate, capoeira e cinema, o Festival levou um público de 4 mil pessoas à Usina Cultura Energisa durante o final de semana (10 e 11).

No sábado (10) apresentou-se Siba (PE), Totonho e os Cabra (PB), Pouca Chinfra (PE), Chico Correa & Eletronic Band (PB), Veja Luz (SP), Sandra Belê (PB), Kalouv (PE), Musa Junkie (PB), Hazamat (PB) e Soulscream (PB), com um "after" na Casa de Matilde com a banda paraibana Ubella Preta.
No domingo (11) O Festival encerrou com a banda Eddie
 foi a vez de Eddie (PE), Dead Fish (ES), Silverados (Uruguai), Sonora Sambagroove (PB), Maglore (BA), Leptospirose (SP), Questions (SP), Sodoma (PB), Comedores de Lixo (PB) e Retroline (PB). A banda baiana Maglore, que tocou em João Pessoa há dois anos, afirmou nas palavras do vocalista Teago Oliveira, que “ficamos felizes em participar de um festival que tem um relevância de apresentar um artista desconhecido, a partir daí as pessoas passam a reconhecer o trabalho ”. Após um dos shows mais esperados do Festival, o vocalista da banda Dead Fish (ES) (que encerrou o festival), Rodrigo Lima comentou  que ficaram muito felizes por estar tocando num festival independente como o Mundo, que chega a sua oitava edição e que tem tantas bandas queridas por eles na programação.




                                              http://www.facebook.com/FestivalMundo?fref=ts

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

8º Festival Mundo divulga programação completa de shows

8º Festival Mundo divulga programação completa de shows
por Festival Mundo, Quarta, 3 de Outubro de 2012 às 15:58 ·
Após inscrições de artistas online, o evento anuncia os artistas selecionados e convidados. Nomes como Eddie (PE) e Dead Fish (ES) estão nesta lista.

Com realização nos dias 10 e 11 de novembro, na Usina Cultural da Energisa, os shows da programaçao integrante da oitava edição do Festival Mundo já tem grade fechada. São 20 artistas de vários estados do país, além de um do Uruguai. As apresentações serão divididas em dois palcos. Além dos shows, o Festival Mundo é conhecido também por sua programação de audiovisual, cênicas, exposição de artes, esportes radicais e atividades de formação. A programação completa destas devem ser anunciadas em breve.
Para os shows, artistas de estilos variados foram contemplados. “O festival sempre tentou explorar ao máximo a diversidade de estilos, sem perder o foco da cultura independente e alternativa. Esse ano temos bandas de som extremo (hardcore, metal etc), de reggae, indie rock, samba, eletrônico, enfim, musica para todos os gostos”, aponta Rayan Lins, um dos coordenadores do Festival.
10 bandas representam a Paraíba. A programação aposta em novas bandas como o metalcore do Soulscream e o punk rock da Retroline, o rock do Musa Junkie, que assim como a Retroline deve lancer material novo no Festival, o hardcore da Comedores de Lixo, o death/black metal do Sodoma, o rock progressive com influências regionais da Hazamat, além do regionalismo de Sandra Belê. Outras bandas locais que prometem arrastar público são: Sonora Samba Groove, Chico Corrêa e Electronic Band, que toca pela segunda vez no festival, e Totonho e os Cabra, paraibano que vive atualmente no Rio de Janeiro e trará parte de sua banda de lá.

Das bandas nacionais escaladas, o instrumental da Kalouv, o samba do Pouca Chinfra, além de Siba e Eddie representam Pernambuco. De São Paulo, a banda de reggae Veja Luz e as bandas de hardcore, que já podem ser consideradas clássicas de seu gênero, Leptospirose e Questions. O hardcore capixaba do Dead Fishdeve ser um dos grandes nomes da noite. O indie rock também está representado, pelos baianos da Maglore. O indie rock também está contemplado, representado pelos baianos da Maglore. O Festival confirma ainda uma atração sul-americana, a banda de rock uruguaia Silverados.
Confira abaixo a programação de shows dos dias 10 e 11 de novembro:

Sábado | 10/11 | A partir das 15h
Soulscream (PB)
Hazamat (PB)
Musa Junkie (PB)
Kalouv (PE)
Sandra Belê (PB)
Veja Luz (SP)
Chico Correa & Eletronic Band (PB)
Pouca Chinfra (PE)
Totonho e Os Cabra (PB)
Siba (PE)
Domingo | 11/11 | A partir das 15h
Retroline (PB)
Comedores de Lixo (PB)
Questions (SP)
Sodoma (PB)
Leptospirose (SP)
Slverados (URG)
Dead Fish (ES)
Maglore (BA)
Sonora (PB)
Eddie (PE)
Os ingressos para o Festival Mundo 2012 ainda não estão à venda, mas a produção confirma que os valores serão entre R$15,00 e R$25,00 por dia, tendo ainda pacotes promocionais e antecipados.
O Festival Mundo é produzido pelo Coletivo Mundo, integrante do Circuito Fora do Eixo e, a partir desta edição, em parceria com a produtora BeBop Cultura. Também integra a Rede Brasil de Festivais Independentes, foi contemplado no Prêmio Procultura de Apoio a Festivais e Mostras de Música através da FUNARTE, tem o apoio do Fundo Municipal de Cultura – FMC através da FUNJOPE e do SEBRAE – PB. O site 2012 do Festival Mundo está em fase de construção em parceria com a SODA Virtual. Até sua conclusão, as informações referentes ao Festival estarão no site do Coletivo Mundo www.coletivomundo.com.br e nas redes sociais (twitter/facebook).
FESTIVAL MUNDO
www.festivalmundo.com.br
www.coletivomundo.com.br
Twitter: @festivalmundo
Facebook: http://www.facebook.com/FestivalMundo
festivalmundo@gmail.com

Programação da Usina Cultural traz teatro, música e artes plásticas para todos os públicos


Programação traz teatro, música e artes plásticas para todos os públicos.

Depois da sua estreia dia 03 de outubro, a peça Meias Irmãs continua, sempre às 20h, na sala digital Vladimir Carvalho. As outras apresentações são dias 10, 17, 24 e 31 de outubro.
O texto do português Nuno Milagre retrata o contraste que existe entre duas meias-irmãs que, nos últimos anos, estiveram poucas vezes juntas.
Encenada pelas atrizes Janaína Araújo e Kalline Brito sob a direção de Marcélia Cartaxo.
Ingressos: R$7,00 (antecipado), R$20,00 (inteira) e R$10,00 (estudante).



Dia 12

Cia de Teatro Encena – apresentação especial da Trupe com Bulir ou não bulir em homenagem ao Dia das Crianças
Entrada: 1 lata de leite em pó ou 1 kg de feijão – doação para a Associação Donos do Amanhã
Horário: 16 h






Dias 12, 13 e 14

Novas apresentações da peça Bulir ou não bulir
Entrada:R$5,00 (promocional)
Horário: 20h


Dia 21

2ª edição Nova Feira – exposição de objetos de arte, acessórios de moda, artesanato, livros e quadrinhos, selos e moedas, além de atividades como cinema para crianças e oficina de desenho.
Das 16 às 20h.

Até dia 28

Prêmio Energisa - exposição coletiva que encerra a edição 2012 do Prêmio Energisa de Artes Visuais com trabalhos dos artistas selecionados/premiados.
De terça a sexta, das 13 às 19h, sábados e domingos, das 14 às 20h. 


Dia 30

Projeto Violadas - apresentação do violonista paraibano Darlan Nascimento na sala digital Vladimir Carvalho
Às 20h30 

Em outubro, na Usina Cultural Energisa


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Prêmio Energisa de Artes Visuais encerra a versão 2012 com mostra coletiva Exposição traz trabalhos dos artistas selecionados/premiados

26/09/2012
Prêmio Energisa de Artes Visuais encerra a versão 2012 com mostra coletiva
Exposição traz trabalhos dos artistas selecionados/premiados


Promovido pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho(FOJB) e realizado pelo Ministério da Cultura (Lei de Incentivo à Cultura) sob o patrocínio da Energisa Paraíba, o Prêmio Energisa de Artes Visuais encerra a edição 2012 com exposição de trabalhos dos artistas selecionados/premiados, adquiridos pela FOJB como prêmio aquisição.


Inaugurado na galeria de arte da Usina Cultural Energisa em setembro de 2011, com a mostra, Divortium Aquarum, do artista plástico convidado, José Rufino, o Prêmio Energisa de Artes Visuais realizou durante todo o ano de 2012 três exposições individuais (dois artistas convidados e um selecionado/premiado) e três coletivas, com artistas selecionados/premiados. A comissão de curadores brasileiros, formada por Fernando Cochiaralle, Raul Córdula e Glória Ferreira, responsáveis pela seleção/premiação dos inscritos levou em conta propostas que apresentassem processos investigativos, atitude reflexiva diante da produção artística contemporânea e adequação entre conceito e linguagem utilizados, dentre outros critérios.


As mostras individuais tiveram por objetivo reconhecer e referendar a trajetória de artistas paraibanos, cuja produção alcançou níveis diferenciados de excelência perante as instituições e o mercado de arte. Por sua vez, as mostras coletivas (com artistas oriundos de várias cidades do país) visam estabelecer uma aproximação entre artistas que vivem e produzem em diferentes contextos da arte brasileira, assim como revelar a multiplicidade e complexidade da cena contemporânea de artes visuais.



Artistas selecionados/premiados: Braz Marinho (PB), Amanda Mei (SP), Laércio Redondo (RJ), Chico Dantas (PB), Ao Leo (RJ), Júlio César (PB), Márcio Sampaio (MG), Júlio Meiron (MG), Márcio Almeida (PE) e Grupo mesa de Luz (DF).
Prêmio Energisa de Artes Visuais: mostra coletiva com os artistas, Braz Marinho (PB), Amanda Mei (SP), Laércio Redondo (RJ), Chico Dantas (PB), Ao Leo (RJ), Júlio César (PB), Márcio Sampaio (MG), Júlio Meiron (MG), Márcio Almeida (PE) e Grupo Mesa de Luz (DF).
Quando: 27 de setembro, às 20h (abertura)
Período; de 27 de setembro a 28 de outubro, de terça a domingo, das 14 às 20h.
Onde: Galeria de arte da Usina Cultural Energisa, Av. Juarez Távora, 243 – Torre - fone 3221.4985
Quanto: entrada gratuita, livre para todos os públicos

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Série: Feira de Campina Grande

 Campina Grande. A feira livre da cidade é considerada a maior feira livre a céu aberto e em extensão do mundo.

A feira livre de Campina Grande surgiu com o encontro de tropeiros que atravessavam a região do interior em direção ao litoral. Os tropeiros paravam em Campina para descansar os animais e fazer trocas de produtos que lhes eram necessários. Há quem associe a história da origem da cidade de Campina Grande vinculada à história da feira.

Diversidades culturais, alimentares da feira e a gourmetida não iria à feira para ouvir emboladores, nem para ver a feira da bicicleta, nem passar por longe da feira de fumo de rolo, ou da feira do rolo, como é conhecida a feira de troca.
A feira livre de Campina abrange uma área que não pode ser medida com precisão porque ela vai crescendo cada novo dia, melhor será afirmar que dentro da feira livre existem outras tantas feiras.
Entramos pela feira das flores, cerâmicas de cozinha.
A feira neste aspecto é um museu vivo: fogareiros, fogão de alumínio para ser usado com carvão, colheres de pau de todos os tamanhos.




Sal grosso, canela em pau, camomila, ervas nativas…

...queijo de coalho, manteiga de garrafa, bolo de mandioca, bolo de milho e os doces.




A Base do doce é o coco. O doce quebra-queixo pode ser de coco, coco com castanha de caju, goiaba com coco, caju, batata-doce e de jaca.
O doce é feito em tachos de bronze, no fogo à lenha, portanto, receita guardada a sete chaves.

produtos do cariri paraibano: queijos, manteiga, nata batida, creme.

Hoje é dia de CAMPINA - GRANDE É DIA de FEIRA!


VERDURAS - A feirante está sentada no chão asfáltico desde 2004, ano em que foram feitas as fotos, e se pergunta se haverá ainda esta tal de "reforma". | imagens: Valmir Gama

VALDÍVIA COSTA

Falar da Feira de Campina Grande nunca é demais. Até porque é obrigação falarmos dela, primeiramente pela sua importância econômica; depois pela sua abrangência territorial, é a segunda maior do Nordeste com moldes tradicionais de comercializar, reunir feirantes e compradores num ambiente plural e diverso; e pela sua história cultural, rica, transbordante de personagens, lugares e estéticas das mais loucas e diversas. 

BALAIEIRO - Figura praticamente em extinção na Feira Central, o balaieiro carrega a feira de verduras e frutas na cabeça, nesse balaio gigante que ele desfila a mostrar pelas ruas centrais da Feira. Hoje, o mototaxista ou até mesmo o taxista o substitui com mais precisão, mas ele dá toda a característica original de livre comércio, onde todos escolhem uma modalidade e negociam serviços, produtos etc.



BUSINESS - O livre trânsito de produtos com os quais os feirantes lidam diariamente é intenso e cheio de surpresas. Este comerciante, por exemplo, mistura doces, rapaduras, com alho e alguns CDs para quem não larga o vício da música. O importante para ele é negociar, vender, lucrar, essas coisas...


CRIATIVO - O bom humor, presente na luta diária dos feirantes, também é peça primeira de marketing que eles usam para atrair o cliente. Muitas vezes uma "arrumação" como esta aí chama a atenção e o diferencia de outros milhares que estão vendendo o mesmo que ele. A engenhoca que proporciona sombra só se sustenta pelo saco de cebolas. Talvez uma metáfora da vida do vendedor...




SOUNDS - Não há quem não 
resita às news "musicais" das bancas de vinil da Feira. Esse aí, literalmente, pendurou as chuteiras (detalhe acima dele), mas continua abrindo a banca de discos pra quem curte brega, música latina e a fossa. É deprê e retrô demais!



FLORES - Do Brejo, do Curimataú, da Borborema... as flores da Feira enchem de perfume e cor as passarelas onde elas estão expostas diariamente. Abelhas de todos os lugares vêm provar no nectar delas. A feira-enfeite da Feira é a de flores, lógico. Muitos são os usos das flores, ensinam as agricultoras vendedoras. Elas vendem sementes pra quem gosta do trato com a terra.




MERCADO - Cercado por imensos armazéns do início do século passado, o mercado central é o coração da Feira, onde, a pouco tempo, acontecia o Dia do Rojão com forró pé-de-serra e viola pra todo mundo ouvir. É dentro dele que está o mercado de carnes.



FRUTAS - As mais doces, coloridas e saborosas frutas estão por todo lugar na grande feira de Campina Grande. Ao redor do mercado central, pelas ruas principais, pela feira de troca... frutas passam em gigantescos balaios que entrecortam a cidade... Uma delícia ambulante!

Para concluir essa ode à Feira, a seridoense Lourdes Ramalho, que escreveu uma peça, A Feira, na qual há uma poesia que resume esse complexo das artes de fazer (M. Foucault). 

A Feira - Lourdes Ramalho
Serra acima ta Campina 
Grande é a sua feira
Tem gente de toda classe 
da primeira a derradeira.

Tem gente besta e sabida 
analfabeto e dotor
Suspirando ombro a ombro 
segundo as leis do Senhor.

Uns traz um fardo na cabeça 
no balaio, no caçoá
Trouxa, embrulho, saco, cesta 
tudo serve é só pegar.

Vem o caminhão roncando 
carroceria entupida
De gente que compra e vende 
que sofre, mas ama a vida.

Se o pobre traz esperança 
escondida na cangalha
Traz o malandro a peixeira 
onde a morte se agazalha.

De toda parte chegando 
honra e desonra eles tem
Se uns vem pra ser enganado 
os que engana também vem.

Noite se faz madrugada 
manhã, tarde, anoitecer
Na feira riso é que vida 
gemido que é morrer.

Do blog
de acordo com: CAMPINA - GRANDE É A SUA FEIRA!
http://deacordocom.blogspot.com.br/

Bulir ou Não Bulir?

Bulir ou Não Bulir?


A Cia de Teatro Encena apresenta o espetáculo teatral Bulir ou Não Bulir? que faz sua estreia no dia 21 de setembro às 21h30 horas na sala de projeção da USINA CULTURA ENERGISA na Av. Juarez Távora, 243 Torre. O espetáculo aborda as questões inerentes ao bullying, podendo ser assistido por pré-adolescentes, adolescentes, jovens e adultos, com faixa etária de 10 a 100 anos. Os ingressos terão preços promocionais de R$ 5,00 (cinco reais) exclusivamente nessa data.
Informações
Local: Usina Cultural Energisa
Horário: 21h30
Localização: Rua Juarez Távora, 243 - João Pessoa - PB
Bairro: Torre
Preço: R$ 5,00
Contato: 2106-7017
Observação: A partir de 10 anos

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