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sábado, 31 de outubro de 2009

Renata Arruda, Zélia Duncan e artistas franceses cantam em JP


Renata Arruda, Zélia Duncan e artistas franceses cantam em JP

31-10-2009 11:58:00

Renato Félix

Do Jornal da Paraíba

Renata Arruda é a atração do primeiro dia do Station Brésil

O Ano da França no Brasil tem aproximado os brasileiros da cultura gaulesa através de exposições, exibições de filmes e também da música. É este último elemento o ponto principal do ‘Station Brésil’, evento que acontece neste sábado (31) e domingo (1º) no Ponto de Cem Réis, em João Pessoa, e une artistas daqui e de lá. A entrada é franca.

Os shows começam neste sábado, com uma apresentação de Renata Arruda, às 20h. “Resolvi partir para uma banda grande, para fazer as pessoas dançarem”, conta a cantora. “Preparei um repertório específico para esse show e terei uma sanfona no palco pela primeira vez”.

Renata vai privilegiar os sucessos. “Serão só duas do CD novo, um monte que as pessoas conhecem e uma inédita. E algumas surpresas que tem a ver com o público da Paraíba”.

O maior número de atrações está no domingo. Começa mais cedo, às 18h, com a Banda de Pífanos da Serra do Jabitacá e a cantora francesa Jeanne Cherhal.

Outros encontros acontecem: Spleen, o mais jovem dos franceses no festival e que navega entre o blues e o hip hop, canta com Cibelle Cavalli, brasileira que mora em Londres e é inspirada pela bossa nova e ritmos eletrônicos; Louis Bertignac, ex-guitarrista da banda Téléphone e considerado padrinho da música contemporânea francesa, estará ao lado da grande Zélia Duncan; e Mathieu Boogaerts, que mistura eletrorrock, funk e funk rock (embora sua carreira seja marcada pelo reggae), divide o palco com a Orquestra Sanhauá.

O idealizador do festival é o francês Matthieu Rougé, radicado no Brasil, que faz a curadoria do ‘Station Brésil’ com o músico, compositor e produtor Paulo Lepetit. O festival acontece em quatro cidades brasileiras: João Pessoa é a segunda delas, seguida por Recife (nos dias 3 e 4), Brasília (em data ainda a ser confirmada) e São Paulo (nos dias 14 e 15).

Em Recife, os artistas franceses têm mais parcerias interessantes, encontrando Siba e a Fuloresta, Chico César, Naná Vasconcelos, Mariana Aydar, Fernanda Takai e Zeca Baleiro. Lá, os shows são na Torre Malakoff e o público precisa pegar senhas.

Programação

Sábado (31) - início às 20h

Renata Arruda



Domingo (1º) - início às 18h 

Banda de Pífanos de Jabitacá + Jeanne Cherhal 

Spleen + Cibelle 

Bertignac + Zélia Duncan

Mathieu Boogaerts + Orquestra Sanhauá

Local: Ponto de Cem Réis (Praça Vidal de Negreiros - Centro)

Quanto: Gratuito

sexta-feira, 1 de maio de 2009

CINEPORT começa hoje com Chico César e mostra com 156 filmes



Hoje João Pessoa, é também a Capital e Cidade CINEPORT do Cinema. A cidade” surgiu em 05 de agosto de 1585, com o nome de Nossa Senhora das Neves. Três meses depois já era Philipéia de Nossa Senhora das Neves, a terceira cidade mais antiga do país. E seus habitantes ditos “filipenhos”. Entre 1634 e 1654, com a invasão holandesa, passou a ser Fredericstadt. Mais conhecida por Frederica. E seus habitantes ditos “frederiquenhos”.
Na bela e moderna cidade entre o mar e o Sanhauá. Uma cidade que sabe preservar o precioso acervo de seu centro histórico, onde se destaca o grandioso conjunto arquitetônico de São Francisco, formado pelo Convento de Santo Antônio e pela Igreja de São Francisco. Se destaca no cenário nacional pela qualidade de seus produtos culturais. Um rico artesanato; a literatura de Zé Lins do Rego e Augusto do Anjos; a música de Zé Ramalho e Chico César; o teatro do Grupo Piolim, com o Vau da Sarapalha, que revelou vários atores para o cinema brasileiro, como Luiz Carlos Vasconcelos, Everaldo Pontes e os irmãos Lira, Soia e Nanego; e cineastas como Linduarte Noronha, os irmãos Vladimir e Walter Carvalho, Marcus Vilar e Torquato Joel.

Cineport terá Chico César e mostra com 156 filmes

João Pessoa sedia a 4ª edição do Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa (Cineport). Serão exibidos 156 filmes, do Brasil, Portugal e África, incluindo curtas e longas-metragens. A programação começa às 20h na Usina Cultural Saelpa, entre 1 e 10 de maio.

Na sequência da programação o festival oferece ainda dez shows musicais, incluindo a apresentação de Chico César, além de exposições fotográficas, lançamentos de livros, espetáculos de dança, oficina de videoarte, fóruns e debates. A promoção é da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e conta com apoio da Prefeitura de João Pessoa (PMJP).


Serão 156 filmes distribuídos em seis mostras, que serão vistas em duas salas. Quatro delas são competitivas (Andorinha; Andorinha Digital; Andorinha Criança; e Prêmio Energisa de Estímulo ao Audiovisual Paraibano). Outras exibições serão realizadas durante a Mostra Brasil e Mostra Troféu Humberto Mauro. Moçambique será a nação homenageada, com atrações musicais, além de exposição fotográfica e de artesanato relativos ao país.
Os homenageados do evento serão os diretores Helena Ignez, Linduarte Noronha, Isabel Noronha, Teresa Villaverde e Aloísio Teixeira; os atores Ruy Polanah e Emiliano Queiroz; e o coletivo de produção audiovisual paraibano Las Luzineides.Grande parte da programação do Cineport será dedica à cinematografia local. Como exemplo, pode-se citar o Prêmio Energisa de Estímulo ao Audiovisual Paraibano, além de uma pauta de fóruns e encontros. O público do Cineport terá acesso ainda a outras atividades culturais a exemplo de shows musicais, entre eles o de Chico César, no dia 9; duas exposições de fotografias; dez lançamentos de livros; espetáculos de dança; oficina de videoarte; fóruns e debates.
A entrada custa R$ 2. A renda integral será destinada a instituições filantrópicas da cidade de João Pessoa. A partir do segundo dia do festival até 10 de maio, a programação de filmes começa sempre às 16h. A troca de ingressos e a abertura dos portões são a partir das 15 h.Abertura – A solenidade de abertura apenas para convidados acontece no dia primeiro de maio, às 19h, na Usina Cultural Energisa.
Na ocasião, serão exibidos trechos de ‘Sob o Céu Nordestino’ (1928), de Walfredo Rodriguez, considerado o marco zero da produção cinematográfica paraibana. Ao mesmo tempo em que as cenas serão mostradas, a Orquestra de Câmara Cidade de João Pessoa executará ao vivo a trilha sonora filme, composta 80 anos depois pelo maestro Carlos Anísio, que também será o regente do grupo.Os portões serão abertos ao público por volta das 20h, após a solenidade especial. A primeira noite do Cineport será encerrada com o show do bandolinista Hamilton de Hollanda. O músico é considerado um dos maiores destaques da cena instrumental brasileira.


Cerimônia Especial de Premiação – Este ano, a cerimônia de premiação do Cineport será realizada na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no dia 9 de maio, às 20h. Marcarão presença alguns nomes importantes do mundo do cinema nos países de língua portuguesa. Entre os convidados estão os atores portugueses Nicolau Breyner, Ana Moreira, Carla Bolito, Anabela Teixeira e Sandra Cóis; os atores brasileiros Emiliano Queiroz, José Dumont e Daniela Escobar; os diretores nacionais Júlio Bressane, Vladimir Carvalho, Orlando e Conceição Senna; e os cineastas africanos e portugueses Zezé Gamboa, Fernando Vendrell e Camilo de Sousa.




Confira a programação musical:




01/05 - Hamilton Hollanda – Brasil


02/05 – Lula Queiroga – Brasil


03/05 – Jeferson Gonçalves – Brasil


04/05 – Suzana Travassos – Portugal


05/05 - Tambor de Três – São Tomé/Portugal/Angola


06/05 - Batida – Angola


07/05 - Flávio Cavalcanti e Zacharias Nepomuceno – Brasil Duas das mais influentes bandas da cena rock paraibana juntas numa noite antológica.


08/05 - Ghorwane – Moçambique


09/05 - Chico César – Brasil


10/05 - Orquestra de Câmara de João Pessoa- Baluarte (O Festival Cineport abre espaço para novos nomes da música paraibana)


Fonte: WSCOM e Site do Cineport

Cineport com novo formato na Paraíba

O Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa -CINEPORT, de volta a João Pessoa na Paraíba para sua 4ª edição, entre os dias 1 e 10 de maio. Como Festival itinerante, o CINEPORT traz este ano novidades no seu formato.
Agora o festival será realizado anualmente, e terá agora dois tipos de edição e duas sedes fixas – acontecerá bienalmente em João Pessoa, na Paraíba, tendo como característica o aspecto da difusão; e em Cataguases, Minas Gerais, alternando também bienalmente sua outra edição, onde o CINEPORT será caracterizado pelo aspecto da produção e da formação voltada para o audiovisual.
Amanda e Monick, de André da Costa Pinto (foto)
Na edição paraibana será sempre pautada por uma extensa programação, com exibições de vários filmes, debates, mostras competitivas, encontros de literatura, música, artes plásticas e muita festa, multidisciplinar, celebração e congraçamento cultural dos países de língua portuguesa.
Já a edição mineira será voltada para a formação e produção, amparada principalmente pelo trabalho a ser desenvolvido pela recém-criada Rede CINEPORT de Cooperação Audiovisual e pela parceria com o Festival Ver e Fazer Filmes, outra bem-sucedida iniciativa da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, promotora do CINEPORT.
Itinerância e Parceria
Agora itinerância do Festival pelos demais países-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, como ocorreu em 2006 na cidade de Lagos, Portugal, só será realizada quando houver condições para co-financiamento, co-produção e parcerias concretas para sua realização. O festival poderá a ocorrer com as edições no Brasil, a serem realizadas alternadamente em João Pessoa e em Cataguases, definidas pela organização do Festival neste novo formato agora anunciado.
Portugueses e Africanos
Para definição dos participantes portugueses na competição pelo Troféu Andorinha 35 mm foi criada uma comissão de seleção, cujos membros são profissionais e críticos de cinema em Portugal. Entretanto, os filmes africanos estarão presente na competição Andorinha Digital, sobretudo os documentários, segmento em que a sua cinematografia se destaca.
Além do foco nas produções lusófonas, esta edição do Festival exibirá os filmes concorrentes ao Troféu Energisa de Estímulo ao Audiovisual Paraibano, mostra competitiva voltada exclusivamente para produções paraibanas.
Polanah
Moçambique será o país homenageado neste Festival, e dali virão atrações musicais, uma exposição fotográfica e de artesanato. Dentro ainda do “universo Moçambique”, haverá uma homenagem ao ator moçambicano Rui Polanah, morto recentemente. Polanah atuou numa infinidade de filmes brasileiros, como Ganga Zumba, Os Fuzis, Os Deuses e os Mortos, Anchieta José do Brasil, O Homem do Corpo Fechado, Sagarana, o Duelo e muitos outros.
Encontram-se também na programação do evento uma série de lançamento de livros, shows musicais, uma oficina voltada para os jovens que integraram a Rede CINEPORT de Cooperação Audiovisual e o 2º Encontro de Cineclubistas da Paraíba. Mais detalhes da programação de filmes e eventos musicais serão anunciados pela organização do 4º Festival CINEPORT no próximo dia 15 de abril, após ser concluído o processo de seleção.

2º- ENCONTRO DOS CINECLUBISTAS DA PARAÍBA conta grandes profissionais da área cinematográfica

Encontro de cineclubistas, edição será realizado a partir de hoje (01/05) junto com a ABD-PB, com o patrocínio da ENERGISA, realizando assim, o segundo encontro dentro da programação do Festival CINEPORT.

O festival tem convidados como Antonio Claudino de Jesus, presidente do Conselho Nacional dos Cineclubes Brasileiros (CNC) e vice-presidente do comitê executivo da Federação Internacional de Cineclubes (FICC). O festival tem convidados a nível de Guido Lemos (Coordenador do LAVID, Doutor em Ciência da Computação, Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital LAVID – UFPB; Liuba de Medeiros que é a diretora do CNC Regional NE-2; e tesoureira da ABD-PB, Tintin Cineclube. O evento conta ainda com as presenças de Ricardo Oliveira, jornalista e mestrando em Culturas Midiáticas Audiovisuais pela UFPB, ainda que escreve resenhas cinematográficas para o Guia Cenário Cultural e tem críticas publicadas no Jornal da Paraíba. Outras figurtas do cenário crítico da mídia paraibana, Ramon Porto, estudante de História, cinéfilo e editor da Margem; e Renato Felix, um jornalista do Jornal da Paraíba e critico de cinema, com tempo para editar o seu http://renatofelix.wordpress.com/.

Para esta edição do evento foram convidados ainda os mediadores Fernando Trevas Falcone, ex-cineclubista do Cineclube Filipéia, pesquisador, jornalista e professor universitário; Luiz Antonio Mousinho que é um professor do Departamento de Comunicação e da Pós-graduação em Letras da UFPB e pesquisador do CNPq, desenvolve projeto sobre cinema brasileiro contemporâneo. Já outro ilustre convidado Arthur Lins, é Cinéfilo produtor cultural da TV UFPB, mestrando de Literatura e Cinema de Letras da UFPB e cineasta.

Na programação do evento teremos no dia 1º, a partir das 15h-18h uma mesa redonda com o tema DIREITOS DO PÚBLICO: POR ONDE ANDAM OS FILMES BRASILEIROS?, tendo com convidados Antonio Claudino de Jesus, Liuba de Medeiros (Tintin Cineclube), com o pesquisador e mediador da ocasião Fernando Trevas Falcone. Já à noite será a vez da abertura do Cineport.

Assista um trecho do filme O Céu de Suelly um dos premiados no último Cineport Paraíba:

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