quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Prêmio Energisa de Artes Visuais encerra a versão 2012 com mostra coletiva Exposição traz trabalhos dos artistas selecionados/premiados

26/09/2012
Prêmio Energisa de Artes Visuais encerra a versão 2012 com mostra coletiva
Exposição traz trabalhos dos artistas selecionados/premiados


Promovido pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho(FOJB) e realizado pelo Ministério da Cultura (Lei de Incentivo à Cultura) sob o patrocínio da Energisa Paraíba, o Prêmio Energisa de Artes Visuais encerra a edição 2012 com exposição de trabalhos dos artistas selecionados/premiados, adquiridos pela FOJB como prêmio aquisição.


Inaugurado na galeria de arte da Usina Cultural Energisa em setembro de 2011, com a mostra, Divortium Aquarum, do artista plástico convidado, José Rufino, o Prêmio Energisa de Artes Visuais realizou durante todo o ano de 2012 três exposições individuais (dois artistas convidados e um selecionado/premiado) e três coletivas, com artistas selecionados/premiados. A comissão de curadores brasileiros, formada por Fernando Cochiaralle, Raul Córdula e Glória Ferreira, responsáveis pela seleção/premiação dos inscritos levou em conta propostas que apresentassem processos investigativos, atitude reflexiva diante da produção artística contemporânea e adequação entre conceito e linguagem utilizados, dentre outros critérios.


As mostras individuais tiveram por objetivo reconhecer e referendar a trajetória de artistas paraibanos, cuja produção alcançou níveis diferenciados de excelência perante as instituições e o mercado de arte. Por sua vez, as mostras coletivas (com artistas oriundos de várias cidades do país) visam estabelecer uma aproximação entre artistas que vivem e produzem em diferentes contextos da arte brasileira, assim como revelar a multiplicidade e complexidade da cena contemporânea de artes visuais.



Artistas selecionados/premiados: Braz Marinho (PB), Amanda Mei (SP), Laércio Redondo (RJ), Chico Dantas (PB), Ao Leo (RJ), Júlio César (PB), Márcio Sampaio (MG), Júlio Meiron (MG), Márcio Almeida (PE) e Grupo mesa de Luz (DF).
Prêmio Energisa de Artes Visuais: mostra coletiva com os artistas, Braz Marinho (PB), Amanda Mei (SP), Laércio Redondo (RJ), Chico Dantas (PB), Ao Leo (RJ), Júlio César (PB), Márcio Sampaio (MG), Júlio Meiron (MG), Márcio Almeida (PE) e Grupo Mesa de Luz (DF).
Quando: 27 de setembro, às 20h (abertura)
Período; de 27 de setembro a 28 de outubro, de terça a domingo, das 14 às 20h.
Onde: Galeria de arte da Usina Cultural Energisa, Av. Juarez Távora, 243 – Torre - fone 3221.4985
Quanto: entrada gratuita, livre para todos os públicos

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Série: Feira de Campina Grande

 Campina Grande. A feira livre da cidade é considerada a maior feira livre a céu aberto e em extensão do mundo.

A feira livre de Campina Grande surgiu com o encontro de tropeiros que atravessavam a região do interior em direção ao litoral. Os tropeiros paravam em Campina para descansar os animais e fazer trocas de produtos que lhes eram necessários. Há quem associe a história da origem da cidade de Campina Grande vinculada à história da feira.

Diversidades culturais, alimentares da feira e a gourmetida não iria à feira para ouvir emboladores, nem para ver a feira da bicicleta, nem passar por longe da feira de fumo de rolo, ou da feira do rolo, como é conhecida a feira de troca.
A feira livre de Campina abrange uma área que não pode ser medida com precisão porque ela vai crescendo cada novo dia, melhor será afirmar que dentro da feira livre existem outras tantas feiras.
Entramos pela feira das flores, cerâmicas de cozinha.
A feira neste aspecto é um museu vivo: fogareiros, fogão de alumínio para ser usado com carvão, colheres de pau de todos os tamanhos.




Sal grosso, canela em pau, camomila, ervas nativas…

...queijo de coalho, manteiga de garrafa, bolo de mandioca, bolo de milho e os doces.




A Base do doce é o coco. O doce quebra-queixo pode ser de coco, coco com castanha de caju, goiaba com coco, caju, batata-doce e de jaca.
O doce é feito em tachos de bronze, no fogo à lenha, portanto, receita guardada a sete chaves.

produtos do cariri paraibano: queijos, manteiga, nata batida, creme.

Hoje é dia de CAMPINA - GRANDE É DIA de FEIRA!


VERDURAS - A feirante está sentada no chão asfáltico desde 2004, ano em que foram feitas as fotos, e se pergunta se haverá ainda esta tal de "reforma". | imagens: Valmir Gama

VALDÍVIA COSTA

Falar da Feira de Campina Grande nunca é demais. Até porque é obrigação falarmos dela, primeiramente pela sua importância econômica; depois pela sua abrangência territorial, é a segunda maior do Nordeste com moldes tradicionais de comercializar, reunir feirantes e compradores num ambiente plural e diverso; e pela sua história cultural, rica, transbordante de personagens, lugares e estéticas das mais loucas e diversas. 

BALAIEIRO - Figura praticamente em extinção na Feira Central, o balaieiro carrega a feira de verduras e frutas na cabeça, nesse balaio gigante que ele desfila a mostrar pelas ruas centrais da Feira. Hoje, o mototaxista ou até mesmo o taxista o substitui com mais precisão, mas ele dá toda a característica original de livre comércio, onde todos escolhem uma modalidade e negociam serviços, produtos etc.



BUSINESS - O livre trânsito de produtos com os quais os feirantes lidam diariamente é intenso e cheio de surpresas. Este comerciante, por exemplo, mistura doces, rapaduras, com alho e alguns CDs para quem não larga o vício da música. O importante para ele é negociar, vender, lucrar, essas coisas...


CRIATIVO - O bom humor, presente na luta diária dos feirantes, também é peça primeira de marketing que eles usam para atrair o cliente. Muitas vezes uma "arrumação" como esta aí chama a atenção e o diferencia de outros milhares que estão vendendo o mesmo que ele. A engenhoca que proporciona sombra só se sustenta pelo saco de cebolas. Talvez uma metáfora da vida do vendedor...




SOUNDS - Não há quem não 
resita às news "musicais" das bancas de vinil da Feira. Esse aí, literalmente, pendurou as chuteiras (detalhe acima dele), mas continua abrindo a banca de discos pra quem curte brega, música latina e a fossa. É deprê e retrô demais!



FLORES - Do Brejo, do Curimataú, da Borborema... as flores da Feira enchem de perfume e cor as passarelas onde elas estão expostas diariamente. Abelhas de todos os lugares vêm provar no nectar delas. A feira-enfeite da Feira é a de flores, lógico. Muitos são os usos das flores, ensinam as agricultoras vendedoras. Elas vendem sementes pra quem gosta do trato com a terra.




MERCADO - Cercado por imensos armazéns do início do século passado, o mercado central é o coração da Feira, onde, a pouco tempo, acontecia o Dia do Rojão com forró pé-de-serra e viola pra todo mundo ouvir. É dentro dele que está o mercado de carnes.



FRUTAS - As mais doces, coloridas e saborosas frutas estão por todo lugar na grande feira de Campina Grande. Ao redor do mercado central, pelas ruas principais, pela feira de troca... frutas passam em gigantescos balaios que entrecortam a cidade... Uma delícia ambulante!

Para concluir essa ode à Feira, a seridoense Lourdes Ramalho, que escreveu uma peça, A Feira, na qual há uma poesia que resume esse complexo das artes de fazer (M. Foucault). 

A Feira - Lourdes Ramalho
Serra acima ta Campina 
Grande é a sua feira
Tem gente de toda classe 
da primeira a derradeira.

Tem gente besta e sabida 
analfabeto e dotor
Suspirando ombro a ombro 
segundo as leis do Senhor.

Uns traz um fardo na cabeça 
no balaio, no caçoá
Trouxa, embrulho, saco, cesta 
tudo serve é só pegar.

Vem o caminhão roncando 
carroceria entupida
De gente que compra e vende 
que sofre, mas ama a vida.

Se o pobre traz esperança 
escondida na cangalha
Traz o malandro a peixeira 
onde a morte se agazalha.

De toda parte chegando 
honra e desonra eles tem
Se uns vem pra ser enganado 
os que engana também vem.

Noite se faz madrugada 
manhã, tarde, anoitecer
Na feira riso é que vida 
gemido que é morrer.

Do blog
de acordo com: CAMPINA - GRANDE É A SUA FEIRA!
http://deacordocom.blogspot.com.br/

Bulir ou Não Bulir?

Bulir ou Não Bulir?


A Cia de Teatro Encena apresenta o espetáculo teatral Bulir ou Não Bulir? que faz sua estreia no dia 21 de setembro às 21h30 horas na sala de projeção da USINA CULTURA ENERGISA na Av. Juarez Távora, 243 Torre. O espetáculo aborda as questões inerentes ao bullying, podendo ser assistido por pré-adolescentes, adolescentes, jovens e adultos, com faixa etária de 10 a 100 anos. Os ingressos terão preços promocionais de R$ 5,00 (cinco reais) exclusivamente nessa data.
Informações
Local: Usina Cultural Energisa
Horário: 21h30
Localização: Rua Juarez Távora, 243 - João Pessoa - PB
Bairro: Torre
Preço: R$ 5,00
Contato: 2106-7017
Observação: A partir de 10 anos

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Deneil Laranjeira lança do CD "Irresistível Miudinho" em João Pessoa

DENEIL LARANJEIRA

O pianista pernambucano Deneil Laranjeira dá continuidade à turnê nordestina de lançamento do CD "Irresistível Miudinho" se apresentado em João Pessoa. O pianista já passou por Maceió e ainda seguirá para as cidades de Fortaleza/CE e Natal/RN. Ao lado de quatro violoncelistas e dois percussionistas, Deneil toca valsas, tanguinhos e marchas carnavalescas, fazendo uma homenagem ao também pianista Alfredo Gama, músico pernambucano nascido no século XIX.

Irresistível Miudinho

O projeto Irresistível Miudinho surgiu no ano de 2009 idealizado pelo pianista Deneil Laranjeira juntamente com a produtora Mônica Muniz tendo como objetivo principal trazer a público releituras da obra de Alfredo Gama, importante compositor pernambucano que há muito não era executado, nome sugerido ao pianista por Ariano Suassuna após uma breve conversa informal. Dois anos depois, a inusitada formação de piano, quarteto de violoncelos e percussão tem construído uma imagem de solidez e credibilidade na cena musical Pernambucana tendo aprovado diversos projetos junto aos Sistemas de Incentivo à cultura do Recife e do Governo estadual a exemplo da gravação do primeiro CD do grupo realizada em 2010 com patrocínio do SIC de Recife, a Turnê de lançamento do referido CD incentivada pelo FUNCULTURA no mesmo ano e as Turnês de circulação Estadual e Nordeste em 2012.

No repertório, tanto do disco como dos concertos, diversos gêneros da música brasileira são executados: choros, maxixes, frevos e polcas, além das célebres valsas, que tornaram Alfredo Gama conhecido à sua época como o “Nazareth do Norte”, em referência ao compositor Ernesto Nazareth.

Os arranjos, elaborados pelo próprio Deneil (pianista e diretor musical do espetáculo), juntamente com os figurinos e cenários, fazem referência ao início do século XX época vivida intensamente por Alfredo Gama.

Informações21/09/201219:00HS
USINA CULTURAL ENERGISA - JOÃO PESSOA
GRATUITA INTEIRA | GRATUITA MEIA

LocalizaçãoJuarez Távora,
S/N, Torre
João Pessoa - PB
 E.R.R.O.

Microfonia:  E.R.R.O.
21/09/2012

Peça teatral "Bulir ou Não Bulir?" entra em cartaz na Sala Digital da Usina Cultural

A Cia de Teatro Encena e a Usina Cultural Energisa apresentam o espetáculo teatral Bulir ou Não Bulir? que faz sua estreia no dia 21 de setembro às 21 horas na sala de projeção da USINA CULTURA ENERGISA na Av. Epitácio Pessoa em João Pessoa – Paraíba. O espetáculo aborda as questões inerentes ao bullying, podendo ser assistido por pré-adolescentes, adolescentes, jovens e adultos, com faixa etária de 10 a 100 anos. Os ingressos terão preços promocionais de R$ 5,00 (cinco reais) exclusivamente no dia 21/09. Nos dia 27 e 28/09 as apresentações serão às 20h e os ingressos serão vendidos a R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira)
BULIR OU NÃO BULIR


Espetáculo da Cia. de Teatro Encena aborda a prática do bullying em texto de Celly de Freitas.

Informações
USINA CULTURAL ENERGISA - JOÃO PESSOA
entrada GRATUITA
Localização
Juarez Távora,
Torre
João Pessoa - PB

EVENTOS
BULIR OU NÃO BULIR
USINA CULTURAL ENERGISA
Com texto e direção de Celly de Freitas, o espetáculo trata desse tema tão discutido nos dias atuais, o bullying e que através do universo cênico, a autora buscou traduzir, a partir de suas personagens, uma sintonia entre a caricatura e o realismo, entre o possível e o imaginário fazendo com que o público reflita sobre o assunto. Em cena, os diversos tipos de adolescentes que sofrem bullying, a gorda, o negro, o feio e a nanica.
No elenco de Bulir ou Não Bulir? estão os atores: Glaydson Gonçalves, Joseph Rodrigues, Rebecca Menezes e Thaís Piquet. Figurinos de Tainá Macedo, confecção de Maria José Rodrigues, máscaras de Tina Medeiros e fotografias de Marcus Mendes. Informações: (83) 8600-0094 ou (83) 9984-3366.
Com o Cenário Cultural PB

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