Notícias anteriores davam conta que o cantor seria enterrado duas horas antes da cerimónia começar num funeral privado
Contrariamente ao que tinha sido avançado, o corpo de Michael Jackson vai estar presente na cerimônia em homenagem ao cantor, que acontecerá esta tarde no Staples Center, em Los Angeles, e que reúne milhares de fãs do cantor e várias celebridades.
A informação está a ser avançada pela cadeia televisiva CNN, que cita uma fonte da organização do evento.
Segundo notícias anteriores, o corpo do cantor seria enterrado no cemitério de Forest Lawn, em Los Angeles, duas horas antes do início da cerimónia no Staples Center. O enterro seria privado e teria fortes medidas de segurança de forma a ser garantida a ausência de curiosos e fãs do cantor que fazem rumaria àquela cidade para se despedirem do cantor.
A cerimónia, que decorrerá no Staples Center, onde o cantor estava para ensaiando para a série de 50 concertos que iria dar em Londres, receberá a presença de vários amigos do cantor. Segundo uma nota da família divulgada no site TMZ serão estes os nomes: Ron Boyd (amigo da família), Kobe Bryant, Mariah Carey, Andrae Crouch Choir, Berry Gordy, Jennifer Hudson, Shaheen Jafargholi (finalista do programa Britain`s Got Talent), Magic Johnson, Martin Luther King III, Bernice A. King, John Mayer, Lionel Richie, Smokey Robinson, Rev. Al Sharpton, Brooke Shields, Pastor Lucious Smith (amigo da família), Usher e Stevie Wonder.
Elizabeth Taylor declinou o convite da família do Jackson, uma das suas amigas mais próximas, por considerar que o cantor não teria gostado que ela partilhasse a sua dor com milhares de pessoas.
A imprensa internacional refere-se a esta cerimônia de homenagem a Michael Jackson como o maior evento da história de Los Angeles.
Green Day faz show exclusivo em Nova York!Depois do MySpace fazer um show exclusivo do Eminem em Detroit, desta vez os usuários puderam conferir uma apresentação exclusiva da banda Green Day, porém desta vez em Nova York!
Além de tocar os maiores sucessos, a banda aproveitou para divulgar as músicas do seu novo CD!
O trio punk Green Day confirmou um show íntimo no pequeno Bowery Ballroom, em Nova York, em 18 de maio, com acesso exclusivo para os membros do Idiot Club (ou "Clube do Idiota"), o fã clube oficial da banda.
Antes disso o grupo já havia anunciado apresentações no Webster Hall, em 19 de maio, e no Central Park, em 22 de junho, durante sua aparição no programa de TV "Good Morning America".
Todas essas ações fazem parte da divulgação do novo álbum do Green Day,21st Century Breakdown, que chega às lojas norte-americanas nesta sexta (15.05).
Após o lançamento do bem sucedido livro sobre os mais promissores fotógrafos chineses ("3030: New Photography in China"), a editora 3030Press, de Xangai, volta a surpreender o mercado de livros de arte da China com "3030: New Graphic Design in China", um catálogo supreendente com os trinta melhores jovens designers gráficos do país — profissionais em torno dos 30 anos, obsrva o publisher da 3030, John Millichap — em trabalhos que vão de pôsters e capas de produtos culturais, como CDs e livros, até logomarcas. Não foi exatamente uma trarefa fácil, vai logo dizendo Javin Mo, o editor convidado pela 3030Press para a empreitada de selecionar os designers. Afinal, a China costuma ser mais conhecida pela pirataria epidêmica em sua indústria do que pela inovação e criatividade de seus artistas gráficos. Mas Javin Mo — diretor criativo da milkxhake, festejada empresa de design de Hong Kong, e que entre 2004 e 2005 fez parte da FABRICA, o Centro de Comunicação e Pesquisa da Benetton na Itália — usou toda a sua experiência (e contatos) no ramo para montar um painel bastante expressivo e criativo do melhor design feito na China hoje.
— O fenômeno do design na China é, como na maioria dos setores, um fenômeno recente, pós-abertura dos anos 80, mas vem se desenvolvendo com a mesma rapidez com que cresce seu mercado consumidor gigante — diz Mo. — Acredito que o setor só não se sofistica mais por causa da mentalidade dos clientes chineses, especialmente as estatais. As empresas chinesas não gostam de apostar em inovação ou projetos mais arrojados e são os próprios executivos, ou suas agências, que preferem investir em desenhos e campanhas imitando fórmulas/imagens vencedores no exterior, principalmente nos EUA e Japão. — A China vive hoje, em termos de design, a mesma explosão que ocorreu nos anos 70 no Japão e nos nos 80 em Hong Kong, com a diferença de que esta onda mistura legados tradicionais chineses com uma linguagem de design globalizada e arrojada — diz John Millichap. De fato, é difícil ficar indiferente aos desenhos de inspiração comunista, mas animadíssmos, de Li Xinlu, que também assina o trabalho reproduzido na capa do livro. Ou a série de pôsteres "I love Guangzhou", de Wu Zhen, festejada na revista "Time" como "longe da aprovação de um escritório estatal de turismo, mas o mais perto da dureza e urbanidade de Guangzhou que uma campanha estatal poderia captar".
Há o deboche erótico e político de Yang Zhen com a data que marcou o início da maluquice coletiva da Revolução Cultural, uma contraposição ao bom mocismo retrô (ainda que iconoclasta por natureza) de Qian Qian. Nada mais interessante para quem quer descobrir de antemão o que pode acontecer com o futuro do design quando os chineses pararem de copiar e decidirem, eles mesmos, criar as suas marcas e produtos.
O leitor que repousa os olhos sobre "3030: New Photography in China", um livro com os trabalhos de 30 dos mais criativos e promissores fotógrafos chineses com menos de 30 anos, se espanta de ali não encontrar os clichês artísticos já tão comuns quando se fala em arte contemporânea chinesa. De cara, ao se observar a capa do livro — a impactante foto de Lin Zhi Peng mostrando uma mulher agachada com meias rosa arrastão atrás de um fiapo de líquido branco que remete imediatamente a cuspe ou a urina — não se encontra uma referência sequer à China.
Tampouco se vêem os símbolos comerciais que já se repetem com monotonia na arte contemporânea chinesa, tais como imagens revisitadas do líder Mao Tsé-tung, misturas de estética da revolução comunista com produtos de consumo, dragões em grafiti, ideogramas e tipologia de designers, Coca-cola com foices e martelos, entre outros truques. E ainda assim, "3030: New Photography in China" é a cara da nova China.
E ela se reflete no trabalho de fotógrafos como a cantonesa Cao Fei e suas imagens repletas de referências a cartuns, heróis míticos chineses e soldados do filme "Guerra nas Estrelas", lutando como personagens de sonhos imersos em cenários de hutongs ou seus destroços, exemplo mais lapidar da China onde o novo precisa derrubar o velho para se impor.
— A nova geração de fotógrafos chineses rompe com a barreira do deslumbramento e do protesto político que marcaram a primeira geração pós-abertura — explica o inglês John Millichap, um ex-repórter do jornal "South China Morning Post", de Hong Kong, que decidiu abrir ano passado uma editora para publicar livros de arte chinesa contemporânea, a 3030 Press — São jovens que, inclusive, trabalham em outros ambientes, como publicidade, internet e TV, e recebem influência destes meios nas imagens que captam.
Eis a razão pela qual os organizadores de "3030: New Photography in China" — o professor de fotografia da Universidade Fudan, em Xangai, Gu Zheng, e o artista, escritor e curador das mais importantes exposições de arte contemporânea do país, Ou Ning — foram tão bem sucedidos na escolha dos trabalhos expostos no livro. Para Gu, o enriquecimento rápido da China e a opressão perceptível em toda a sociedade de consumo e sua idolatria de celebridades pesaram para dar um caráter tão auto-expressivo aos trabalhos. E tão surpreendente. A China que se vê pelos olhos dos 30 fotógrafos de "3030" é a China urbana que se impõe sem dó nem piedade sobre o país ainda majoritariamente rural. É a China da cultura televisiva, internauta, pop, cujas mídias insistem em levar informações nem sempre agradáveis para uma população ideologicamente cerceada pelo governo de Pequim.
Este componente novo e subversivo pode ser percebido no horizonte de prédios de Birdhead (nome do coletivo criativo composto pelos fotógrafos Ji Weiyu e Song Tao, de Xangai) ou nos solitários urbanos de Chen Wei. Revela-se nas expressões duras, quase congeladas, dos chineses retratados por Su Han Guang e Wang Yifei. Transborda de tristeza das jovens flagradas por Lin Zhi Peng, que também choca com o close de um beijo de língua masculino. E atrai a imediata empatia de qualquer baladeiro que vislumbre as figuras da noite clicadas por Liu Yiqing, também conhecida como Yiki.
"3030: New Photography in China" foi lançado em dezembro do ano passado em Hong Kong e já pode ser comprado na internet, inclusive no Brasil. John Millichap fechou com o bazar online paulistano Bangoo a venda do livro no país. Para quem se interessa sobre a fotografia contemporânea chinesa que vai além das fotos de obras e guindastes em Pequim ou de Mao Tsé-tung revisitado, "3030" é um livro obrigatório.
Muita gente me pergunta como é o cenário da música pop na China e eu mesmo já falei sobre isso em outros posts aqui ou aqui. Mas o pessoal quer saber como é ao vivo e a cores, então a partir de agora eu vou intercalar os posts comuns com algumas cenas do pop chinês que eu for encontrando na rede, ok? De um modo geral, a música pop para a jovem geração chinesa da internet e da abertura econômica não foge muito do cenário pop internacional. É claro que há diferença de estilos, mas os produtores de música da China parecem obcecados com uma fórmula Justin Timberlake-Britney Spears de música, repleta de linguagem MTV com dancinhas coreografadas no estilo Paula Abdul. Há alguma exceção para as bandas de rock, claro. Os artistas antigos e os cantores de música patriótica ainda encontram amparo nas antigas gerações chinesas, mas são uma espécie em extinção, praticamente restritos a programas de audítório para a velha guarda na TV.
Vou começar mostrando o cantor taiwanês Jay Chou, sem dúvida nenhuma o maior fenômeno pop da China hoje. Todos os garotos querem ser Jay Chou, todas as garotas querem namorá-lo. Jay Chou já foi capa da Time Asia, eleito o homem mais sexy do país pelas revistas femininas e sua história e carreira são admiradas pelos jovens (aqueles que não querem ser jogadores de basquete, inspirados pelo fenômeno Yao Ming), especialmente os da classe média e alta emergentes. Se você sabe inglês, a matéria da Time é genial. Ali, fica-se sabendo que quando Jay era pequeno, o moleque era tão introvertido que seus pais e professores achavam que ele era retardado. Até hoje, é difícil vê-lo rindo não apenas nos clipes de música como nos zilhares de anúncios de publicidade que faz pela China.
Protagonista de '10.000 a.C.' tem raízes brasileiras
Camilla Belle é filha de uma santista, fala português e assiste a novela.Depois de trabalhar com Spielberg e Emmerich, ela pensa em fazer filmes no Brasil. (Foto: Divulgação)
Débora MirandaDo G1, em São Paulo
Ao vê-la em “10.000 a.C.”, com o cabelo cheio de dreadlocks, você pode não se lembrar, mas muito provavelmente já viu Camilla Belle antes. Concentre-se nos olhos azuis e no rosto de menina. Sim, ela contracenou com Daniel Day-Lewis em “O mundo de Jack e Rose”. Volte um pouco no tempo. Ela era a menininha de “Jurassic Park – O mundo perdido”, segunda parte da trilogia de Steven Spielberg.
E antes de tudo isso, Camilla, 21 anos, é filha de uma brasileira de Santos, troca Los Angeles por Santos uma vez ao ano, assiste às novelas da Globo e fala português fluentemente. Em entrevista ao G1, a atriz falou sobre a experiência de participar de um épico, contou sobre suas influências, sobre a casa “totalmente brasileira” em que vive e sobre os cineastas com quem gostaria de trabalhar.
Leia, abaixo, trechos da entrevista.
Camilla Belle em cena de ''10.000 a.C.'', que estréia nesta sexta-feira nos cinemas brasileiros
G1 – Você trabalhou em muitos filmes independentes, com projetos totalmente diferentes de ’10.000 a.C.’, que é um épico. O que te atraiu no projeto?
Camilla Belle – O roteiro, inicialmente. E o fato de que, além de ser um épico, é uma grande história de amor. Toda mulher quer fazer parte de uma história de amor. Além disso, é um filme histórico, que fala de uma época que eu nunca tinha visto ser mostrada no cinema. E se você quer fazer um filme grande, tem que fazê-lo com Roland Emmerich. Imaginei que seria uma aventura.
G1 – E foi?
Camilla – Sim, foi [risos]. Passamos seis meses viajando, morremos de frio na Nova Zelândia e depois fomos para o calor africano. Sempre sonhei em conhecer a África, estivemos na Cidade do Cabo e na Namíbia. A verdade é que eu não pensava em fazer um filme grande, mas essa oportunidade me atraiu muito, por se tratar de um assunto diferente. Há muitos filmes sobre a mesma coisa, super-heróis, Super-Homem... É muito sem graça.
Os olhos claros são a marca registrada da atriz americana (Foto: Divulgação)
G1 – Você não gosta do Super-Homem?
Camilla – [Risos] Gosto um pouco, mas não costumo assistir.
G1 – De que tipos de filme você gosta?
Camilla – Faço filmes que eu gostaria de ver. Gosto de drama, comédia, musical... Gosto de épicos e filmes grandiosos. Para trabalhar, gosto de participar de produções independentes, porque são mais pessoais, você se envolve com todas as etapas do trabalho, aprende mais como atriz e como pessoa.
G1 – Você já trabalhou com muitos profissionais conceituados no cinema. Quem são suas referências?
Camilla – Trabalhei com Steven Spielberg quando tinha uns 10 anos de idade e considero essa experiência, ainda hoje, um dos momentos mais grandiosos da minha carreira. E contracenei com Daniel Day-Lewis, que é um ator genial.
Camilla em cena com Daniel Day-Lewis, no filme ''O mundo de Jack e Rose'' (Foto: Divulgação)
G1 – Sua mãe é brasileira e você fala português fluentemente. Como é sua relação com o Brasil? Você vem sempre para cá?
Camilla – Nasci em Los Angeles, mas fui ao Brasil pela primeira vez aos 2 anos de idade. Desde então, tentamos voltar todos os anos. A melhor amiga da minha mãe vive em São Paulo e temos alguns familiares em Santos. Costumamos também viajar para conhecer outros lugares. Já estive na Amazônia, na Bahia, no Rio, em Maceió. Minha mãe sempre foi dura comigo para que eu falasse português. Quando adolescente, eu não gostava muito, minhas amigas só falavam inglês. Mas aí ela assinou a Globo e comecei a ver novelas e jornais, isso me ajudou muito. Minha casa, na verdade, é totalmente brasileira. Aqui não tem nada de Estados Unidos. Meu pai, coitado, se sente meio sozinho [risos].
G1 – E o que você conhece do cinema brasileiro?
Camilla – É difícil porque aqui não chegam muitos filmes, acho que eles vão mais para Nova York. Mas eu procuro me informar e assistir o que chega. Admiro muito o Fernando Meirelles, aqui ele é um dos brasileiros mais famosos, adorei “Cidade de Deus”. Vi que o José Padilha ganhou o Festival de Berlim, mas ainda não consegui ver o filme dele [‘Tropa de elite’], não chegou por aqui. Tem o Cao Hamburger, o Heitor Dhalia. Sei que são novos diretores e gostaria muito de trabalhar com eles.
Crítica: '10.000 a.C.' tem bons efeitos, mas história rasa
Novo filme de Roland Emmerich, que estréia nesta sexta (7), peca pelo roteiro. Aventura mistura seres pré-históricos, lendas de deuses, profecias e pirâmides.
Débora MirandaDo G1, em São Paulo
O que você imagina ao voltar 10.000 anos antes de Cristo? O diretor Roland Emmerich (de ‘Independence day’ e ‘O dia depois de amanhã’) ousou viajar no tempo e contar a história de uma remota tribo cercada de fome, medo e muitas lendas.
Efeitos especiais não faltam a “10.000 a.C.”, que estréia nesta sexta-feira (7) –com o currículo de Emmerich, não se poderia esperar nada diferente. Mas a trama é rasa, o roteiro é cheio de clichês (isso sem exigir coerência histórica) e as atuações são fracas.
O filme centra seu foco em D’Leh (o novato Steven Strait), um rapaz solitário que vive rodeado por fantasmas de que seu pai teria abandonado sua tribo, quando ele era ainda criança, para fugir da fome. Acusado de covarde, ele vive isolado até conhecer seu grande amor, Evolet (Camilla Belle), uma menina com belos e brilhantes olhos azuis, que chega para realizar uma antiga e misteriosa profecia.
Os guerreiros da tribo de D’Leh se reúnem para cumprir o ritual da sagrada caça ao mamute. Aquele que conseguir abater o líder da manada vira herói, conquista o posto de líder entre os caçadores e ainda ganha o direito de se casar com Evolet.
Mas o destino de D’Leh lhe reserva surpresas e desafios. Sua tribo é atacada por homens que buscam escravos e, além de matar famílias inteiras, eles levam prisioneiros consigo –incluindo a disputada jovem dos olhos azuis. A partir de então, D’Leh embarcará em uma jornada para reconquistar não apenas seu grande amor, mas também a auto-estima diante de seus companheiros de tribo.
A saga do guerreiro envolve seres pré-históricos, lendas de deuses, profecias e pirâmides. Se por um lado pode ser revelador ser apresentado a um povo que não conhece cavalos (‘demônios de quatro patas’), barcos ou qualquer outro meio de transporte, o filme de Emmerich acaba virando uma grande mistura, daquelas que têm de tudo um pouco e não acrescenta nada.
Exposição oferece imersão no universo de 'Guerra nas estrelas'
Evento abre nesta quarta-feira (5), no Porão das Artes do Parque do Ibirapuera, em SP. Atração reúne atividades educativas para crianças e mostra de "relíquias" dos filmes.
Salvador NogueiraDo G1, em São Paulo
Salvador Nogueira/G1
Soldados do Império Galáctico (os 'storm troopers') fazem a recepção na Star Wars Exposição Brasil (Foto: Salvador Nogueira/G1)
A entrada é guardada por "storm troopers", os soldados do Império Galáctico. Perambulando pelos corredores, você corre o risco de trombar com Darth Vader, de sabre de luz em punho. Essas são algumas das emoções para quem visitar a "Star wars exposição Brasil", que abre nesta quarta-feira (5) em São Paulo.
O acervo da mostra é composto por cerca de 200 peças, todas elas originais -- de um modo ou de outro, todas participaram da realização das duas trilogias cinematográficas da saga criada por George Lucas. Há modelos em escala de naves espaciais, figurinos diversos e até mesmo o caça (ou Jedi Starfighter, para os aficcionados) usado por Anakin Skywalker (Hayden Christensen) no início do Episódio III, "A vingança dos Sith". Detalhe: a nave tem acopladas engrenagens mecânicas que fazem com que ela reproduza os mesmos movimentos que ela fez no filme.
Além dela, há outros veículos em tamanho real: o "pod racer" usado pelo jovem Anakin no Episódio I ("A Ameaça Fantasma"), o carro voador do Episódio II ("O ataque dos clones") e a moto voadora imperial utilizada no Episódio VI ("O retorno de Jedi").
Entre os modelos em escala reduzida (usados para filmagens de cenas espaciais), destacam-se criações feitas para a primeira trilogia, como o clássico cargueiro Millenium Falcon e os caças X-Wing dos rebeldes.
Se o gosto do visitante for pelos figurinos, há para todos os gostos -- desde as "vestes" de C-3PO, até a roupa original de Darth Vader, passando pelos trajes simples de Han Solo e pela "pele" de Chewbacca.
Escola Jedi
A exposição conta também com um projeto educacional, composto por atividades para todas as idades escolares (aliás, escolas podem agendar visitas), e uma "Escola Jedi", iniciativa voltada para crianças em que os visitantes podem enfrentar ninguém menos que lorde Vader.
Tudo isso numa instalação muito bem trabalhada, que recebeu elogios de Anthony Daniels, ator que intepretou C-3PO na cinessérie. "A iluminação, os invólucros -- eles produzem a sensação de que tudo está no espaço. Eu já vi muitas exposições como essa em várias partes do mundo, mas nenhuma ficou tão legal assim. E eu não estou sendo bonzinho", disse, em entrevista coletiva realizada no local da exposição.
Enfim, para quem é fã, é um programa imperdível.
Star wars exposição Brasil
Onde: Porão das Artes do Parque do Ibirapuera Quando: de segunda a domingo (5/3 a 29/6), das 9h às 22h Ingresso: R$ 30,00 (meia R$ 15,00), na bilheteria, pelo site www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone 0/xx/11 4003-1212. Ainda dá tempo!!
Os chineses estão horrorizados com uma turma de sádicos/feitichistas/doentes que vendem na internet vídeos com uma misteriosa mulher vestida num modelito cheio de fendas cujo maior prazer é... furar com o salto de sua sandália a cabeça de um gatinho! E não é só isso: a vagabu...quer dizer, a mulher participa de outros vídeos furando com seu salto agulha a cabeça de coelhos e cãezinhos.
Imagens do vídeo foram captadas e reproduzidas nos principais jornais do país e o resultado é que a tal escrot..., quer dizer, mulher se tornou a pessoa mais procurada da China hoje. O próprio governo tratou de pedir na rede informações sobre o grupo de lunáticos desocupados e sem família.
Já se descobriu, por exemplo, que o cenário atrás da piran...quer dizer, da mulher é o mar visto da cidade de Hangzhou, capital da província de Zhejiang, ao Sul de Xangai. As entidades de defesa dos animais estão pressionando o governo para criar uma lei específica estipulando punições para pessoas que matam ou maltratam animais, coisa inexistente na China até agora.
O gatinho do vídeo parece já estar morto (ou dopado) antes de ser pisado pelo salto agulha da sujeita, o que não melhora em nada a surrealidade da coisa. Fico me perguntando o que tem na cabeça quem faz isso e quem consome um lixo desses. O pior é que, aqui na China, filmes sádicos como estes são tudo que o governo comunista precisa para apertar ainda mais a censura na rede, com uma justificativa no melhor estilo: "está vendo? é isso que dá democracia!" Ai, a humanidade...(suspiros).
E ATENÇÃO: a última foto AINDA NÃO É a mulher pisando no gatinho, é bom deixar claro antes que comecea gritaria. Notem que o pé (e o salto) estão na frente do bichinho e não sobre ele. Até porque eu não sou mórbido a ponto de publicar um nojo desses. Mas tudo é impressionante da pior maneira possível, concordam?