quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Polêmica cerca HDs com novas músicas de Michael Jackson


Polêmica cerca HDs com novas músicas de Michael Jackson

quinta-feira, 6 de agosto de 2009
11:29

LOS ANGELES (Reuters) - Surge mais um mistério na complexa pós-vida de Michael Jackson. Sua irmã LaToya se apossou dos discos rígidos de computador que contêm diversas canções inéditas que o cantor gravou antes de morrer com grandes nomes da música pop, como Ne-Yo, Akon e will.i.am, segundo a revista Rolling Stone.

Os HDs estava na casa em que o cantor morava, na Califórnia. Horas depois da sua morte repentina, em junho, familiares apareceram na casa para retirar todos os seus pertences, e LaToya pegou os HDs, segundo relato de Frank DiLeo, agente do cantor, à Rolling Stone.

"Eles encheram caminhões, retirando tudo", disse DiLeo, em entrevista que chega às bancas na sexta-feira. "Eles achavam que Michael era o dono de tudo, então tiraram até a mobília alugada. São eles que vão administrar seu espólio?"

O testamento de Jackson garante 40 por cento do seu espólio para sua mãe, Katherine, de 79 anos, que quer mais controle e já levantou dúvidas sobre a dupla de administradores do espólio.

Em entrevista à Reuters, DiLeo disse ter "bastante certeza" de que os HDs estão no sítio Hayvenhrust, que pertence à família, na localidade de Encino, na Califórnia.

"Os advogados do espólio irão enviar cartas (para recuperar e inventariar o conteúdo dos HDs)", acrescentou DiLeo.

Não foi possível ouvir representantes da família Jackson, inclusive LaToya.

Uma assessora de will.i.am disse que o cantor não ficou com cópias do seu trabalho com Jackson. Representantes de Akon e Ne-Yo não foram localizados ou não souberam dar nenhuma informação.

DiLeo disse à Rolling Stone que havia pelo menos cem músicas inéditas -- muitas delas gravadas durante o auge da carreira de Jackson, na década de 1980, inclusive algumas faixas "sensacionais" que acabaram fora do álbum "Bad", de 1987.

(Reportagem de Dean Goodman)

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Michael Jackson permanece no topo das paradas britânicas

Michael Jackson permanece no topo das paradas britânicas

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

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LONDRES (Reuters) - A popularidade de Michael Jackson com os consumidores de música britânicos não mostra sinais de cansaço e "The Essential" continua no topo das paradas de álbuns no Reino Unido pela 5a semana consecutiva, informou a empresa Official Charts.

Jackson foi ao primeiro lugar das paradas desde a sua morte em junho, com "Essential" e a coletânea "Number Ones" ocupando o topo pelas últimas seis semanas, enquanto fãs fazem cópias de seu antigo catálogo.

Não houve mudanças no número 2, ocupado por Florence & the Machine com "Lungs", enquanto o grupo de hip hop norte-americano Black Eyed Peas foi para o 3o lugar com "The End".

O ex-número 1 "Sunny Side Up", do cantor e compositor escocês Paolo Nutini, continuou em 4o lugar, e a banda norueguesa A-Ha, que fez sucesso nos anos 1980, ficou na 5o posição com o álbum "Foot Of The Mountain".

Na parada das músicas, o Black Eyed Peas ficou em primeiro lugar com "I Gotta Feeling", batendo "Beat Again", do JLS, a banda de meninos de R&B que apresentou o programa de TV de reality show X-Factor que ficou em 2o.

Mr. Hudson, apresentando Kanye West, caiu uma posição para 3o com "Supernova".

(Reportagem de Michael Holden)

Igreja católica inglesa alerta sobre excesso de emails

Igreja católica inglesa alerta sobre excesso de emails

domingo, 2 de agosto de 2009
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LONDRES (Reuters) - A igreja católica da Inglaterra está preocupada que o uso excessivo de emails e mensagens de texto por celulares esteja criando laços superficiais e minando a vida em comunidade.

Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, afirmou em uma entrevista ao Sunday Telegraph que os sites populares de relacionamento levaram os jovens a "relações transitórias", que os colocam em risco de cometer suicídio quando terminam.

"A amizade não é uma commodity, a amizade é algo que dura quando é verdadeira e implica trabalho duro", acrescentou.

"Acho que há uma preocupação de que o uso excessivo, ou quase exclusivo, de textos e emails signifique que nós, como sociedade, estamos perdendo parte da habilidade de construir a comunicação interpessoal que é necessária para vivermos juntos e construirmos uma comunidade."

O arcebispo, de 63 anos, afirmou que o uso excessivo de informação eletrônica está "desumanizando".

(Por Michael Holden)

Peças de Mozart recém descobertas são executadas na Áustria

Peças de Mozart recém descobertas são executadas na Áustria

domingo, 2 de agosto de 2009

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SALZBURGO, Áustria (Reuters) - Um pianista austríaco executou duas peças recém descobertas de Wolfgang Amadeus Mozart em público pela primeira vez no domingo, numa casa em que o compositor morou.

Os movimentos, um concerto e um prelúdio, foram a princípio avaliados como trabalhos anônimos por seus arquivistas, a Fundação Internacional Mozarteum. Uma análise mais cuidadosa determinou que haviam sido compostos por Mozart quando ele tinha sete ou oito anos.

As duas peças foram transcritas na letra do pai de Mozart, Leopold, mas a análise mostra que ele deve tê-lo feito com base na execução de seu filho prodígio ao piano, disse a jornalistas Ulrich Leisinger, pesquisador da fundação.

Ele afirmou que o jovem Mozart quase certamente pediu ao pai para colocar as peças no papel porque ainda não dominava a notação musical, e mais tarde fez suas próprias correções.

"Era um jovem compositor fazendo o máximo para mostrar do que era capaz. A peça de fato tem erros técnicos e trechos esquisitos que uma mão experiente como Leopold Mozart não teria escrito", disse Leisinger.

"Nem o estilo de composição nem o manuscrito cheio de correções apressadas são consistentes com a autoria de Leopold."

As duas peças foram tocadas pelo pianista Florian Birsak no próprio piano de Mozart na casa de Salzburgo onde ele viveu vários anos na juventude, e que agora é um museu.

A Fundação Internacional Mozarteum foi criada como organização sem fins lucrativos em 1880 para se concentrar na vida e na obra de Mozart, realizando concertos, administrando museus e promovendo pesquisas a respeito do compositor.

Mozart nasceu em Salzburgo em 1756 e morreu em Viena em 1791, aos 35 anos.

Ele começou a tocar piano com pouca idade e aos cinco anos já compunha, chegando a escrever 600 peças e tornando-se um dos mais prolíficos e amados compositores clássicos.

Esta não é a primeira vez em anos recentes que trabalhos de Mozart aparecem. No ano passado uma biblioteca em Nantes, na França, relatou ter descoberto que uma partitura doada por um colecionador particular no final do século 19 era um original de Mozart e não uma cópia, como se acreditara até então.

(Por Mark Heinrich)

terça-feira, 7 de julho de 2009

Corpo de Michael Jackson vai estar presente no memorial


Corpo de Michael Jackson vai estar presente no memorial

Por: Redação/ 2009-07-07

Michael Jackson a 23 de Junho numa foto divulgada pela promotora AEG

Fotos: Corpo de Michael Jackson vai estar presente no memorial

Video:Corpo de Michael Jackson vai estar presente no memorial

Notícias anteriores davam conta que o cantor seria enterrado duas horas antes da cerimónia começar num funeral privado

Contrariamente ao que tinha sido avançado, o corpo de Michael Jackson vai estar presente na cerimônia em homenagem ao cantor, que acontecerá esta tarde no Staples Center, em Los Angeles, e que reúne milhares de fãs do cantor e várias celebridades.

A informação está a ser avançada pela cadeia televisiva CNN, que cita uma fonte da organização do evento.

Michael Jackson enterrado sem o seu cérebro

Segundo notícias anteriores, o corpo do cantor seria enterrado no cemitério de Forest Lawn, em Los Angeles, duas horas antes do início da cerimónia no Staples Center. O enterro seria privado e teria fortes medidas de segurança de forma a ser garantida a ausência de curiosos e fãs do cantor que fazem rumaria àquela cidade para se despedirem do cantor.


A TVI24 vai transmitir em directo a cerimónia a partir das 18 horas.

A cerimónia, que decorrerá no Staples Center, onde o cantor estava para ensaiando para a série de 50 concertos que iria dar em Londres, receberá a presença de vários amigos do cantor. Segundo uma nota da família divulgada no site TMZ serão estes os nomes: Ron Boyd (amigo da família), Kobe Bryant, Mariah Carey, Andrae Crouch Choir, Berry Gordy, Jennifer Hudson, Shaheen Jafargholi (finalista do programa Britain`s Got Talent), Magic Johnson, Martin Luther King III, Bernice A. King, John Mayer, Lionel Richie, Smokey Robinson, Rev. Al Sharpton, Brooke Shields, Pastor Lucious Smith (amigo da família), Usher e Stevie Wonder.

Elizabeth Taylor declinou o convite da família do Jackson, uma das suas amigas mais próximas, por considerar que o cantor não teria gostado que ela partilhasse a sua dor com milhares de pessoas.

A imprensa internacional refere-se a esta cerimônia de homenagem a Michael Jackson como o maior evento da história de Los Angeles.

michaeljackson

domingo, 28 de junho de 2009

MySpace divulga novo show do Green Day


Green Day faz show exclusivo em Nova York!Depois do MySpace fazer um show exclusivo do Eminem em Detroit, desta vez os usuários puderam conferir uma apresentação exclusiva da banda Green Day, porém desta vez em Nova York!

Além de tocar os maiores sucessos, a banda aproveitou para divulgar as músicas do seu novo CD!

Para assistir o show exclusivo clique aqui!

Em Maio

12/05

Green Day faz show íntimo para fãs de carteirinha

Redação iG MúsicaGetty Images

Green Day: show apenas para os fãs oficiais

O trio punk Green Day confirmou um show íntimo no pequeno Bowery Ballroom, em Nova York, em 18 de maio, com acesso exclusivo para os membros do Idiot Club (ou "Clube do Idiota"), o fã clube oficial da banda.

Antes disso o grupo já havia anunciado apresentações no Webster Hall, em 19 de maio, e no Central Park, em 22 de junho, durante sua aparição no programa de TV "Good Morning America".

Todas essas ações fazem parte da divulgação do novo álbum do Green Day,21st Century Breakdown, que chega às lojas norte-americanas nesta sexta (15.05).

Green Day,21st Century Breakdown

O pop e o novo design chinês

Enviado por Gilberto Scofield -
12/8/2008

Após o lançamento do bem sucedido livro sobre os mais promissores fotógrafos chineses ("3030: New Photography in China"), a editora 3030Press, de Xangai, volta a surpreender o mercado de livros de arte da
China com "3030: New Graphic Design in China", um catálogo supreendente com os trinta melhores jovens designers gráficos do país — profissionais em torno dos 30 anos, obsrva o publisher da 3030, John Millichap — em trabalhos que vão de pôsters e capas de produtos culturais, como CDs e livros, até logomarcas.
Não foi exatamente uma trarefa fácil, vai logo dizendo Javin Mo, o editor convidado pela 3030Press para a empreitada de selecionar os designers. Afinal, a China costuma ser mais conhecida pela pirataria epidêmica em sua indústria do que pela inovação e criatividade de seus artistas gráficos. Mas Javin Mo — diretor criativo da milkxhake, festejada empresa de design de Hong Kong, e que entre 2004 e 2005 fez parte da FABRICA, o Centro de Comunicação e Pesquisa da Benetton na Itália — usou toda a sua experiência (e contatos) no ramo para montar um painel bastante expressivo e criativo do melhor design feito na China hoje.

— O fenômeno do design na China é, como na maioria dos setores, um fenômeno recente, pós-abertura dos anos 80, mas vem se desenvolvendo com a mesma rapidez com que cresce seu mercado consumidor gigante — diz Mo. — Acredito que o setor só não se sofistica mais por causa da mentalidade dos clientes chineses, especialmente as estatais. As empresas chinesas não gostam de apostar em inovação ou projetos mais arrojados e são os próprios executivos, ou suas agências, que preferem investir em desenhos e campanhas imitando fórmulas/imagens vencedores no exterior, principalmente nos EUA e Japão.
— A China vive hoje, em termos de design, a mesma explosão que ocorreu nos anos 70 no Japão e nos nos 80 em Hong Kong, com a diferença de que esta onda mistura legados tradicionais chineses com uma linguagem de design globalizada e arrojada — diz John Millichap.
De fato, é difícil ficar indiferente aos desenhos de inspiração comunista, mas animadíssmos, de Li Xinlu, que também assina o trabalho reproduzido na capa do livro. Ou a série de pôsteres "I love Guangzhou", de Wu Zhen, festejada na revista "Time" como "longe da aprovação de um escritório estatal de turismo, mas o mais perto da dureza e urbanidade de Guangzhou que uma campanha estatal poderia captar".

Há o deboche erótico e político de Yang Zhen com a data que marcou o início da maluquice coletiva da Revolução Cultural, uma contraposição ao bom mocismo retrô (ainda que iconoclasta por natureza) de Qian Qian. Nada mais interessante para quem quer descobrir de antemão o que pode acontecer com o futuro do design quando os chineses pararem de copiar e decidirem, eles mesmos, criar as suas marcas e produtos.

Enviado por Gilberto Scofield -
31/8/2007
-
1:23

3030: os novos fotógrafos chineses

O leitor que repousa os olhos sobre "3030: New Photography in China", um livro com os trabalhos de 30 dos mais criativos e promissores fotógrafos chineses com menos de 30 anos, se espanta de ali não encontrar os clichês artísticos já tão comuns quando se fala em arte contemporânea chinesa. De cara, ao se observar a capa do livro — a impactante foto de Lin Zhi Peng mostrando uma mulher agachada com meias rosa arrastão atrás de um fiapo de líquido branco que remete imediatamente a cuspe ou a urina — não se encontra uma referência sequer à China.


Tampouco se vêem os símbolos comerciais que já se repetem com monotonia na arte contemporânea chinesa, tais como imagens revisitadas do líder Mao Tsé-tung, misturas de estética da revolução comunista com produtos de consumo, dragões em grafiti, ideogramas e tipologia de designers, Coca-cola com foices e martelos, entre outros truques. E ainda assim, "3030: New Photography in China" é a cara da nova China.


E ela se reflete no trabalho de fotógrafos como a cantonesa Cao Fei e suas imagens repletas de referências a cartuns, heróis míticos chineses e soldados do filme "Guerra nas Estrelas", lutando como personagens de sonhos imersos em cenários de hutongs ou seus destroços, exemplo mais lapidar da China onde o novo precisa derrubar o velho para se impor.




— A nova geração de fotógrafos chineses rompe com a barreira do deslumbramento e do protesto político que marcaram a primeira geração pós-abertura — explica o inglês John Millichap, um ex-repórter do jornal "South China Morning Post", de Hong Kong, que decidiu abrir ano passado uma editora para publicar livros de arte chinesa contemporânea, a 3030 Press — São jovens que, inclusive, trabalham em outros ambientes, como publicidade, internet e TV, e recebem influência destes meios nas imagens que captam.




Eis a razão pela qual os organizadores de "3030: New Photography in China" — o professor de fotografia da Universidade Fudan, em Xangai, Gu Zheng, e o artista, escritor e curador das mais importantes exposições de arte contemporânea do país, Ou Ning — foram tão bem sucedidos na escolha dos trabalhos expostos no livro. Para Gu, o enriquecimento rápido da China e a opressão perceptível em toda a sociedade de consumo e sua idolatria de celebridades pesaram para dar um caráter tão auto-expressivo aos trabalhos. E tão surpreendente. A China que se vê pelos olhos dos 30 fotógrafos de "3030" é a China urbana que se impõe sem dó nem piedade sobre o país ainda majoritariamente rural. É a China da cultura televisiva, internauta, pop, cujas mídias insistem em levar informações nem sempre agradáveis para uma população ideologicamente cerceada pelo governo de Pequim.


Este componente novo e subversivo pode ser percebido no horizonte de prédios de Birdhead (nome do coletivo criativo composto pelos fotógrafos Ji Weiyu e Song Tao, de Xangai) ou nos solitários urbanos de Chen Wei. Revela-se nas expressões duras, quase congeladas, dos chineses retratados por Su Han Guang e Wang Yifei. Transborda de tristeza das jovens flagradas por Lin Zhi Peng, que também choca com o close de um beijo de língua masculino. E atrai a imediata empatia de qualquer baladeiro que vislumbre as figuras da noite clicadas por Liu Yiqing, também conhecida como Yiki.



"3030: New Photography in China" foi lançado em dezembro do ano passado em Hong Kong e já pode ser comprado na internet, inclusive no Brasil. John Millichap fechou com o bazar online paulistano Bangoo a venda do livro no país. Para quem se interessa sobre a fotografia contemporânea chinesa que vai além das fotos de obras e guindastes em Pequim ou de Mao Tsé-tung revisitado, "3030" é um livro obrigatório.


As fotos são de divulgação. Bom findi para todos.

Enviado por Gilberto Scofield -
14/6/2007
-
8:04











O pop chinês - Jay Chou


Muita gente me pergunta como é o cenário da música pop na China e eu mesmo já falei sobre isso em outros posts aqui ou aqui. Mas o pessoal quer saber como é ao vivo e a cores, então a partir de agora eu vou intercalar os posts comuns com algumas cenas do pop chinês que eu for encontrando na rede, ok? De um modo geral, a música pop para a jovem geração chinesa da internet e da abertura econômica não foge muito do cenário pop internacional. É claro que há diferença de estilos, mas os produtores de música da China parecem obcecados com uma fórmula Justin Timberlake-Britney Spears de música, repleta de linguagem MTV com dancinhas coreografadas no estilo Paula Abdul. Há alguma exceção para as bandas de rock, claro. Os artistas antigos e os cantores de música patriótica ainda encontram amparo nas antigas gerações chinesas, mas são uma espécie em extinção, praticamente restritos a programas de audítório para a velha guarda na TV.


Vou começar mostrando o cantor taiwanês Jay Chou, sem dúvida nenhuma o maior fenômeno pop da China hoje. Todos os garotos querem ser Jay Chou, todas as garotas querem namorá-lo. Jay Chou já foi capa da Time Asia, eleito o homem mais sexy do país pelas revistas femininas e sua história e carreira são admiradas pelos jovens (aqueles que não querem ser jogadores de basquete, inspirados pelo fenômeno Yao Ming), especialmente os da classe média e alta emergentes. Se você sabe inglês, a matéria da Time é genial. Ali, fica-se sabendo que quando Jay era pequeno, o moleque era tão introvertido que seus pais e professores achavam que ele era retardado. Até hoje, é difícil vê-lo rindo não apenas nos clipes de música como nos zilhares de anúncios de publicidade que faz pela China.

Com vocês Jay Chou:


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