segunda-feira, 23 de março de 2009

PJ Harvey volta com novo disco


Novo álbum «A Woman A Man Walked By» gravado em colaboração com John Parish

Num colorido intenso, palco insuflável que a inglesa PJ Harvey se apresenta no seu novo videoclip. «Black Hearted Love» é o primeiro single do álbum feito em colaboração com John Parish e o vídeo já está disponível online.

O disco, «A Woman A Man Walked By», chega às lojas no próximo dia 30 de Março e será apresentado em Portugal num concerto marcado para 2 de Maio na Casa da Música, no Porto.

O espetáculo insere-se na turnê de promoção do novo álbum «A Woman A Man Walked By», gravado com John Parish, habitual colaborador de PJ Harvey. O disco tem edição prevista para 30 de Março.

O novo disco sucede a «White Chalk, de 2007, do qual se retirou o single «When Under Ether»:

Vêja aqui o video de «Black Hearted Love»:


Pixies de volta e Kraftwerk abre para Radiohead

A banda Kraftwerk, precursora da música eletrônica, vem pela terceira vez ao Brasil no mês de março. Os alemães se apresentam desta vez no festival "Just Fest”, abrindo a noite para o Radiohead, banda de rock mundialmente famosa, juntamente com duas atrações nacionais já divulgadas: Los Hermanos e Vanguart.

Formado inicialmente por Ralf Hütter e Florian Schneider nos anos 70 em Düsseldorf (Alemanha), o Kraftwerk inovou fazendo músicas unicamente utilizando sintetizadores. Lançaram até hoje 12 álbuns, dentre os quais figuram “Autobahn” e “Radioactivity” como dois dos mais importantes.

Essa apresentação é uma ótima oportunidade de se aprender um pouco mais sobre as raízes da música eletrônica que conhecemos hoje em dia. E para os menos avisados, talvez seja uma das últimas apresentações do grupo por aqui, considerando que restou apenas um dos integrantes da formação original.

As apresentações do Radiohead e Kraftwerk estão agendadas para os dias 20 e 22 de março. A primeira apresentação será na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro. Na capital paulista o show será na Chácara do Jóquei.

Serviço:

Rio de Janeiro

20/03/2009
Pista / Arquibancada (Preço Único)
R$200 Inteira
R$100 Meia entrada

Pontos de venda
Bilheteria do Clube do Flamengo - Das 9h às 19h
Praça N. Sera Auxiliadora, S/N. Gávea

São Paulo
22/03/2009
Pista / Arquibancada (Preço Único)
R$200 Inteira
R$100 Meia entrada

Pontos de venda
Bilheteria do Estádio do Pacaembu - Das 9h às 18h
Rua Professor Passalaqua, S/N (exceto em dias de jogos)

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Pixies de volta 18 anos depois do último álbum

A banda norte-americana prometeu voltar apenas quando tivesse novo material



Banda Pixies


Os Pixies vão juntar-se outra vez e pode estar na calha um novo álbum. O vocalista, Black Francis, contou o ano passado ao site NME que a banda só se reuniria se estivessem a trabalhar em material novo.

«O que fizermos no futuro, tem de ser novo. Não podemos estar sempre tocando as mesmas músicas», disse na altura.

Esta possibilidade surge com o convite que a banda recebeu para tocar no festival de música Isle of Wight, dois anos depois dos últimos shows dos Pixies.

John Giddings, organizador do evento, contou à Reuters que os Pixies vão tocar com Neil Young.

«Vai ser uma noite memorável no Isle of Wight», assegura.
Black Francis tem estado em colaboração com os Art Brut na produção do novo álbum da banda. O baixista dos Pixies, Kim Deal, lançou o quarto álbum com a sua banda, The Breeders.

O último álbum que os Pixies lançaram foi «Trompe Le Monde», em 1991.

Pixies volta?

Pixies
Parada há alguns anos a banda norte-americana Pixies desde o retorno em 2004 (além do rompimento em 1993), houve altos (multidões implorando pela aparição nos festivais Lollapalooza e Coachella) e baixos (tensões e muitas conversas sobre o novo álbum, que não passaram de especulações).
Em entrevista ao Pitchfork em dezembro 2007, Kim Deal (baixista e integrante do Breeders) afirmou que um novo disco da banda é algo que se traz à tona sempre que Frank Black (vocalista) quer visibilidade na mídia. Segundo o músico, esta foi a única vez que ele ouviu falar sobre isso, e não faz idéia do que se trata. Já Black diz que a banda foi um sucesso no tour que marcou o retorno e que um disco faz parte dos planos futuros.

Além de promessas inconsistentes, Frank Black tem mais coisa para promover como o novo álbum em parceria com sua esposa, Violet Clarck, que recebeu o nome de Grand Dutchy. O duo se apresentou em 14 de abril de 2008 na Inglaterra.
Confirmado para este ano, o Pixes fará uma única apresentação no Reino Unido: dia 14 de junho, do Isle Of Wight. Já sobre o Breeders, Fate to Fatal foi anunciado por Kim como o próximo projeto do grupo, ainda sem data de lançamento. O disco será gravado e vendido pela própria banda em shows e pela internet, além de também escolher a arte da capa – que terá algo relacionado com o presidente dos EUA, Barack Obama.
F: Dot magazine

domingo, 1 de fevereiro de 2009

"Barry e a Banda das Minhocas"

Vermes cantam e dançam em "Barry e a Banda das Minhocas"

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

SÃO PAULO (Reuters) - Poucas semanas depois da estreia da animação brasileira "O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes", chega aos cinemas do país outro desenho, "Barry e a Banda das Minhocas", que também coloca em cena a alegria de animais que passam quase despercebidos no mundo real.


Pode ser estranho ver um filme protagonizado por insetos ou vermes, mas não deixa de ser uma novidade diante da onda de cachorrinhos, gatinhos e ratinhos que tem assolado as animações destinadas ao público infantil. Até porque, como prova este filme, as minhocas podem ser bem descoladas.

A animação, que estreia apenas em cópias dubladas, é protagonizada por Barry, um jovem minhoca cansado da fama de sua espécie, de comer terra e ter só terra na cabeça. Sem muita perspectiva, seu futuro deve ser como gerente de uma empresa de adubo.

Quando por acaso um disco de vinil entra na vida do verme, ele descobre a dança. Dançar se torna a sua forma de rebelião contra o mundo e contra seu destino enfadonho.

Mas só mexer seu corpo cilíndrico não será o bastante. Barry quer mais e monta uma banda de minhocas. Seria simples ganhar o concurso de música do jardim, se as minhocas tivessem ritmo.

Sem baixar sua cabeça cheia de terra, o protagonista decide seguir em frente, e concorrer mesmo assim. As dificuldades são enormes, porque cada um dos membros da banda tem seu próprio ritmo para a música e nunca tocam afinadamente.

Não bastassem os problemas internos, há os externos -- minhocas não podem participar do concurso e algum jardineiro pode enfiar uma pá no jardim, o que pode colocar tudo a perder.

Dirigido pelo dinamarquês Thomas Borch Nielsen, "Barry e a Banda das Minhocas" pode não trazer nada de novo no gênero, ao bater na surrada tecla das animações para o público infantil que diz: esforce-se, seja você mesmo, que no fim tudo dá certo. A boa notícia é que o filme não subestima a inteligência de ninguém.

Há também uma boa dose de criatividade. Afinal, a maioria das coreografias conhecidas de dança necessita de braços e pernas -- membros que as minhocas não têm. Por isso, é engraçado ver como os vermes se ‘requebram' apenas com seu corpo cilíndrico. Algo que nem a criativa Pixar havia pensado ainda.

Jim Carrey recicla personagens na comédia "Sim Senhor"

Jim Carrey recicla personagens na comédia "Sim Senhor"

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

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SÃO PAULO (Reuters) - Para quem acompanha a carreira de Jim Carrey, não há nada de muito original em seu novo filme "Sim Senhor", que estréia em cópias dubladas e legendadas em todo o país. Além dos já conhecidos trejeitos e caretas do ator, a própria trama soa conhecida, uma espécie de reciclagem de "O Mentiroso", de 1997.

Em vez de não poder mentir, como ocorria em seu personagem naquele filme de doze anos atrás, Carrey interpreta um rapaz que não pode dizer não. Nesta nova produção, o ator é Carl Allen, um bancário entediado, que prefere ficar só à companhia de seus amigos Peter (Bradley Cooper, de "Penetras Bons de Bico") e Rooney (Danny Masterson, do seriado "That '70s Show").

Divorciado e com um emprego sem futuro, Carl morre de tédio e entra em crise quando seus amigos o abandonam. A solução para os seus problemas aparece em uma palestra de auto-ajuda do guru Terrence Bundley (o veterano Terence Stamp, de "O Estranho"), que o faz prometer jamais dizer não outra vez.

Um mendigo pede uma carona para o outro lado da cidade e também para usar seu celular? Carl deve dizer sim. Uma senhora pede um empréstimo no banco para montar uma confeitaria, cuja especialidade é fazer bolos com rostos de atores famosos obesos? Sim, por que não?

Com esse contexto, Jim Carrey desfila toda a sorte de caras e bocas, com o sua costumeira histrionice. O diretor Peyton Reed (de "Abaixo ao Amor") não consegue segurar o ator, que leva a produção nas costas, sem dar oportunidades para quem atua ao seu lado. Em especial à atriz Zooey Deschanel (de "Fim dos Tempos"), que interpreta sua namorada.

O roteiro limitado e irregular de Nicholas Stoller (de "As Loucuras de Dick e Jane") e Jarrad Paul (da refilmagem "A Feiticeira", de 2005) também não dá muita chance aos outros personagens, que apenas servem de escada para Carrey. Alguns deles, como a ex-mulher de Carl, Stephanie (Molly Sims, de "Starsky & Hutch - Justiça em Dobro"), sequer têm um papel funcional na trama.

Para quem gosta de Jim Carrey como comediante e não se cansa de suas caretas, "Sim Senhor" é mais do que recomendado. Afinal, o filme se trata exatamente disso.

(Rodrigo Zavala, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

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