terça-feira, 18 de agosto de 2009

Jack White com nova banda junto do The Kills e Queens of the Stone Age

O White Stripes e The Raconteurs parecem ser pouco para Jack White, que agora está envolvido em um novo projeto musical, o The Dead Weather, que formou com a vocalista Alison Mosshart, do The Kills, o guitarista Dean Fertita, do Queens of the Stone Age e o baixista Jack Lawrence, do The Raconteurs.

O primeiro single da banda é "Hang You From The Heavens", um rockão conduzido por guitarras e vocais secos de Alison, estará entre as onze faixas do "Horehound", álbum com lançamento marcado para 9 de junho. Um lado B do single, "Are Friends Electric?"., já circula na Internet, e é bem legal.

Ouças as faixas clicando nos links e assista ao vídeo de "Hang You From The Heavens" no thedeadweather.com. 07.04.2009 (JuA)

Confira o tracklist de "Horehound"

1. "60 Feet Tall"
2. "Hang You from the Heavens"
3. "I Cut Like a Buffalo"
4. "So Far from Your Weapon"
5. "Treat Me Like Your Mother"
6. "Rocking Horse"
7. "New Pony"
8. "Bone House"
9. "Three Birds"
10. "No Hassle Night"
11. "Will There Be Enough Water?"

Jack White com nova banda junto
do The Kills e Queens of the Stone Age

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Beleza e lama: o eterno apelo de Woodstock


Beleza e lama: o eterno apelo de Woodstock

Jon Pareles, The New York Times

A geração nascida no pós-guerra, conhecida como baby boomers, não consegue se desvencilhar do Festival de Woodstock. E porque nós deveríamos? Aquele foi um dos poucos eventos marcantes dos anos sessenta que tiveram um final claramente feliz.

De 15 a 17 de agosto de 1969, centenas de milhares de pessoas, eu incluso, juntaram-se em um lindo anfiteatro natural na cidadezinha de Bethel (e não em Woodstock), localizada no estado de Nova York. Ouvimos algumas das melhores bandas de rock da época, aproveitamos outros prazeres legais e outros nem tanto, suportamos a chuva, a lama, o cansaço e pontadas de fome - tudo isso com a sensação de sermos uma enorme comunidade – e no final fomos embora, sem um sinal de catástrofe.

Um ano depois dos tumultos da Convenção Democrática de Chicago, as expectativas em relação a grandes concentrações de jovens eram tão baixas que o festival foi considerado uma surpresa. Embora não tenha saído exatamente como planejado, foram três dias de paz e música, como anunciado. Isso fez de Woodstock um idílio, especialmente quando visto em retrospectiva, embora na época o festival tenha sido declarado uma área de calamidade pública.

“Personalidades, roupas e idéias à parte, aquele foi o grupo de jovens mais cordiais, atenciosos e bem-comportados com os quais já tive contato em meus 24 anos de trabalho na polícia”, contou Lou Yank, chefe de polícia da vizinha Monticell, ao New York Times.

Apesar de todas as memórias benignas, Woodstock também pôs em movimento outros impulsos mais grosseiros. Embora seu resultado imediato tenha sido de surpresa e alívio, o legado completo do festival teve tanto a ver com excesso como com idealismo. Com o passar das décadas, hoje mais do que nunca o evento parece ter sido um feliz acaso: um momento cheio de lama e pessoas desgrenhadas de incrédula beleza. Ele foi tanto um ponto final quanto um início, um período de ingenuidade e pura sorte antes da realidade do capitalismo ser retomada.

A multidão de jovens de esquerda que foi ao festival – bons garotos, dentre eles estudantes, artistas, trabalhadores e ativistas políticos, assim como hippies experientes na onda do LSD – logo foi reconhecida como um exército de consumidores em potencial que o comércio tradicional não mais iria subestimar. Havia muito mais a ser vendido do que seda para enrolar baseado e LPs.

Com o aniversário de quarenta anos de Woodstock se aproximando – mas, já? – as comemorações têm início e a nostalgia toma força. O Bethel Woods Center for the Arts agora conta com um museu dedicado ao festival e um local para concertos foi recentemente construído na fazenda de Max Yasgur, lugar onde ocorreu o evento (embora a encosta de Woodstock original tenha sido mantida intacta).

Foi lançada uma nova antologia musical de faixas gravadas no festival de 1969 composta por seis CDs e intitulada Woodstock 40 Years On: Back to Yasgur’s Farm (Rhino). Apresentações completas de Sly and the Family Stone, Santana, Janis Joplin e outros foram lançadas pela Sony Legacy. Canais da TV paga e aberta já têm seus especiais sobre o festival em sua programação e chega também mais uma leva de livros comemorativos, incluindo The Road to Woodstock (Ecco) - realizado pelo instigador do festival, Michael Lang - que traz informações inéditas, como os cachês das bandas. A comédia Taking Woodstock, dirigida por Ang Lee, tem estreia marcada para este mês.

A turnê de verão “Heroes of Woodstock” traz músicos que se apresentaram no festival – dentre eles Jefferson Starship (tocando canções da banda Jefferson Airplane), Levon Helm (The Band), Tom Constanten (Grateful Dead), Tem Years After, Canned Heat e County Joe McDonald. A turnê chega a Bethel Woods exatamente no dia 15 de agosto.

Entretanto, ao contrário de comemorações anteriores, como em 1994 e 1999, este ano não vai contar com nenhum grande festival alusivo a Woodstock – talvez isso seja um reflexo das memórias desanimadoras do Woodstock ’99 realizado na cidade de Rome, estado de Nova York, quando um público encalorado e reprimido, enfurecido com os preços alarmantes dos ambulantes e cambistas, ateou fogo e vandalizou o local.

Enquanto o Woodstock original mostrou quanto desconforto o público poderia tolerar em prol de compartilhar um evento – algo que os promotores ficaram felizes em saber – o festival de 1999 chegou ao limite da exploração dos fãs.

Liberado e gratuito

Apesar de tudo, o Woodstock original ainda guarda o brilho de uma boa lembrança. Ele foi finito e repleto de sorrisos – bem diferente da Guerra do Vietnã, das tensões raciais e do tão discutido choque de gerações da mesma era. O Woodstock se tornou free em ambos os sentidos da palavra da língua inglesa: Free como em liberado (de leis antidrogas e códigos de vestuário) e free como em gratuito, sem a cobrança de ingressos. Como disse Wavy Gravy: “Café da manhã na cama para 400.000 pessoas”.

Festival gerou sentimento de humanidade compartilhada e cooperação



Um cínico provavelmente enxerga o festival como um exemplo perfeito de como os baby boomers eram mimados na economia de abundância em que viviam. A multidão que foi ao Woodstock - que chegou com muito mais drogas do que equipamentos de camping - conseguiu ter um concerto gratuito, e quando os responsáveis pelo evento já tinham perdido o controle da logística, o governo concedeu a eles uma ajuda financeira. Algumas pessoas se dispuseram a ajudar as outras; muitos deles simplesmente se aproveitaram da hospitalidade reinante.

Ainda assim, o festival gerou em praticamente todos os envolvidos – aqueles que tinham ingresso, os que não tinham, músicos, médicos, policiais – um sentimento de humanidade compartilhada e cooperação.

Na tentativa de terminar bem o final de semana, as pessoas foram gentis umas com as outras - o que foi bastante sensato. Músicos se apresentaram para a maior plateia de suas vidas. Moradores da cidade e a Guarda Nacional juntaram forças para manter o público alimentado e saudável. Segundo noticiou o New York Times, ninguém chamou os policiais de “porcos”.

Qualquer lunático com uma arma em punho poderia ter posto tudo a perder. O Festival de Altamont, arruinado por violência, ocorreu apenas quatro meses mais tarde. Milagrosamente, Woodstock não viu nenhuma violência.

Aparentemente minutos depois de seu final, o festival de Woodstock já alimentava uma lenda: um espírito, uma nação, um ideal vívido, apesar de amorfo. O documentário Woodstock, ganhador do Oscar de 1970, veio para provar que o evento não tinha sido somente uma alucinação (O filme serviu também para mostrar quão lucrativos podem ser os direitos secundários: o festival em si perdeu dinheiro, mas o filme recuperou tal perda muitas vezes).

Woodstock deixou conseqüências a começar por seu tamanho: foi gigantesco. Os Beatles já tinham tocado para 55 mil pessoas no Shea Stadium; o Newport Folk Festival de 1965 havia reunido cerca de 71 mil pessoas ao longo de quatro dias. Se o Woodstock tivesse atraído as 100 mil ou 150 mil pessoas que seus organizadores haviam previsto, ele simplesmente teria sido mais um dos grandes festivais de rock que tiveram início em 1967 com o Monterey Pop, que teve um público estimado de 200 mil pessoas em três dias.

Depois que desistiram de recolher os ingressos no Woodstock – abandonando as cercas fracas e declarando o mesmo como um festival gratuito – o evento cresceu para alcançar o público estimado de 300 mil a 400 mil pessoas, mais do que o dobro da plateia de festivais de rock anteriores. O número teria sido consideravelmente maior se os problemas de trânsito não tivessem impedido algumas pessoas de chegar: muitas pessoas acabaram caminhando por milhas até o local.

Contracultura

Quando a sub-cultura hippie surgiu em massa no festival, dois anos após do Verão do Amor, a mesma ainda era amplamente auto-inventada e isolada. Havia alguns redutos de malucos nas metrópoles e um punhado deles em cidade menores, praticamente todos se sentindo como forasteiros. Para muitas pessoas presentes em Woodstock, o simples fato de ver e se juntar àquela enorme multidão já era algo muito mais revelador do que qualquer coisa que acontecesse em cima do palco. Estava provado que eles não eram uma minoria negligenciada qualquer e sim membros de uma cultura maior – ou, para usar aquele termo bonitinho, mas fora de moda: a contracultura.

Momento cheio de lama e pessoas desgrenhadas de incrédula beleza

Durante Woodstock, o reino hippie simultaneamente atingiu seu público máximo e se abriu para a imitação e a trivialização – mais uma centelha de rebeldia reduzida a uma declaração de estilo.

Para aqueles que acreditam verdadeiramente, Woodstock girou em torno da cooperação e da ajuda mútua, do fazer amor, e não guerra (em uma época na qual o Vietnã havia dividido a América em águias e pombos, o pássaro pousado na guitarra no logo do festival era uma pomba da paz). Porém, Woodstock foi também um monte de gente ficando chapada em um concerto de rock, o que era bem mais fácil do que trabalhar para mudar o mundo.

Ativistas políticos como Abbie Hoffman, amplamente conhecido por cunhar a frase Woodstock Nation (Nação Woodstock), quis alegar que o festival era um símbolo de resistência à repressão. Pete Townshend, porém, colocou Hoffman para fora do palco quando este interrompeu a apresentação do The Who para protestar contra a prisão por porte de drogas do companheiro ativista John Sinclair.

Havia um fervor antiguerra em algumas canções, como em “Handsome Johnny” de Richie Havens e “I-Feel-Like-I’m –Fixin’-To-Die Rag”, de McDonald’s. Joan Baez falou sobre seu marido, preso por se recusar a se alistar, e cantou “We Shall Overcome”. Aquela aura particular dos anos 60 de uma predestinação iminente de iluminação estava presente em várias canções, como em “Wooden Ships” (cantada tanto por Jefferson Airplane quanto por Crosby, Stills, Nash and Young) e em “Amazing Journey”, do The Who. Teve também Jimi Hendrix tocando “Star-Spangled Banner”, com seus gritos ao fundo e seus glissandos nervosos e insistentemente americanos. Woodstock, porém, não foi um fervoroso comício, teve também canções de amor, blues e extensos solos de guitarra.

Mercado Woodstock

Depois que passou o burburinho, a aura comunal utópica da Nação Woodstock deu lugar, quase que imediatamente, à realidade do Mercado Woodstock: Um grupo demográfico como alvo à beira de ter seus sonhos arrancados de seu propósito radical e transformados em mercadorias. Um público maior percebeu que era possível apreciar música, drogas e diversão sem as armadilhas ideológicas.

Rapidamente todo mundo tinha virado meio hippie: cabelos compridos para os homens não mais sinalizava o que eles acreditavam. A rádio FM, fonte de informações do rock underground da época, trocou DJs experimentais por formatos mais consistentes, nos quais os anunciantes poderiam se apoiar. Agora que a importância do público tinha ficado clara – de que o mesmo não era formado por apenas meia dúzia de malucos – profissionais voltaram a tomar o comando.

Pôster original: 3 dias de paz e música

Woodstock e outros festivais do final dos anos 60 mudaram as proporções dos festivais de rock. Bandas logo deixaram os teatros e passaram a se apresentar em estádios: uma semana antes de Woodstock, por exemplo, Joe Cocker e a banda Jefferson Airplane dividiram um cachê no Fillmore East, que contava com 2.700 assentos. A música logo se expandiu e estourou, enchendo arenas recém conquistadas. O início dos anos 70 foi a era de noddling jams e dos solos de bateria de 10 minutos de duração, alguns anos mais tarde metralhados pelo punk-rock.

Grandes concentrações de público vieram depois do Woodstock. Um público estimado de 600 mil pessoas compareceu ao Festival da Ilha de Wight, em 1970, e ao Summer Jam realizado Watkins Glen, estado de Nova York, em 1973. Estes, porém, foram meros concertos, não símbolos culturais. Apropriadamente ou não, Woodstock ainda é invocado em descrições de festivais mais recentes, apesar destes serem consideravelmente menores, mais organizados e mais confortáveis. Nenhum deles tolera penetras.

Depois de Woodstock, fui a muito mais festivais de rock do que posso me lembrar. A maioria deles mais cedo ou mais tarde acabava em lama. Alguns deles simplesmente pareceram longos concertos em uma sala de espera; outros tiveram a familiaridade reconfortante de um ritual, como o festival anual New Orleans Jazz and Heritage Festival (que foi realizado pela primeira vez na mesma época de Woodstock, tendo sua quadragésima edição este ano).

Poucos deles, como o Coachella e o Bonnaroo, lembram um set de um DJ experiente, transitando de forma organizada através de diversas bandas. E um punhado deles parece querer representar a declaração de uma geração: o primeiro Lollapalooza (em 1991), o Lilith Fair (em 1997) e, surpreendentemente, o Woodstock ’94 (realizado em Saugerties, estado de Nova York), que sobrepôs atrações do festival original com bandas mais contemporâneas, criando o que provavelmente foi o único mosh pit a saudar Crosby, Stills and Nash. Todos eles, porém, foram experiências de consumo: um pacote de entretenimento planejado, com músicas programadas e ambulantes convenientes.

Woodstock

O Woodstock foi diferente. Principalmente para um adolescente mais protegido o festival foi uma aventura: sujo, caótico, confuso, enlameado, incerto, com momentos de agonia e outros de puro êxtase. Mesmo que eu não usasse drogas, tive a sensação de que aquela multidão era muito mais do que uma mera plateia de um show, de que algo maior estivesse em jogo: de que o Woodstock iria provar algo ao mundo. O que ele provou – que pelo menos por um final de semana, hippies vivenciaram o que eles diziam sobre paz e amor – foi efêmero e inocente demais: aquilo não poderia confrontar a natureza humana quotidiana ou o funcionamento pragmático do mercado. Porém, quarenta anos depois, a sensação ainda persiste.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Jack White, e o grupo The DeadWeather com muito rock'n'roll -LANÇAMENTOS:


+ fotos
Depois do The Raconteurs, Jack White, líder do White Stripes, mais uma vez arrisca novos caminhos musicais. Sua mais nova ocupação é o grupo The Dead Weather, junto com Alison Mossheart (The Kills) nos vocais, Dean Fertita (Queens Of The Stone Age) na guitarra e teclado, Jack Lawrence (The Raconteurs) no baixo e o J. White na bateria e vocais.
O álbum de estréia da banda, "Horehound", acaba de sair pela Third Man Records e traz um som de garagem fundamentado no blues-rock e no funk, flertando com a psicodelia dos anos 70 e com o stoner-rock dos 90, um estilo marcado por riffs lentos e graves de guitarra. Em todas as onze faixas do disco o clima é de uma jam session na qual os integrantes parecem se sentir bastante confortáveis para experimentar diferentes sonoridades.
"Horehound" começa de forma cadenciada com "60 Feet Tall", um blues sujo que ganha força através da voz sexy e arrastada de Alison. Logo em seguida vem o primeiro single, "Hang You From The Heavens", que tem como destaque os riffs de Fertita e a bateria cheia de groove de White.
O segundo single, "Treat Me Like Your Mother", apresenta um hard-rock a la Grand Funk Railroad entrecortado por um estranho e pouco inspirado verso de rap. Um bom momento de sobriedade fica por conta da faixa "New Pony", um cover de Bob Dylan que ganha uma nova roupagem com guitarra e bateria mais pesadas.O disco não apresenta nenhuma grande inovação em relação aos outros projetos de Jack White. É também um trabalho relativamente mais fraco que os já feitos pelos demais membros em suas respectivas bandas. Ainda assim, "Horehound" é uma competente coleção de canções que canalizam a energia primitiva do rock. Ouça faixas nothedeadweather.com.

Dot Magazine

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Polêmica cerca HDs com novas músicas de Michael Jackson


Polêmica cerca HDs com novas músicas de Michael Jackson

quinta-feira, 6 de agosto de 2009
11:29

LOS ANGELES (Reuters) - Surge mais um mistério na complexa pós-vida de Michael Jackson. Sua irmã LaToya se apossou dos discos rígidos de computador que contêm diversas canções inéditas que o cantor gravou antes de morrer com grandes nomes da música pop, como Ne-Yo, Akon e will.i.am, segundo a revista Rolling Stone.

Os HDs estava na casa em que o cantor morava, na Califórnia. Horas depois da sua morte repentina, em junho, familiares apareceram na casa para retirar todos os seus pertences, e LaToya pegou os HDs, segundo relato de Frank DiLeo, agente do cantor, à Rolling Stone.

"Eles encheram caminhões, retirando tudo", disse DiLeo, em entrevista que chega às bancas na sexta-feira. "Eles achavam que Michael era o dono de tudo, então tiraram até a mobília alugada. São eles que vão administrar seu espólio?"

O testamento de Jackson garante 40 por cento do seu espólio para sua mãe, Katherine, de 79 anos, que quer mais controle e já levantou dúvidas sobre a dupla de administradores do espólio.

Em entrevista à Reuters, DiLeo disse ter "bastante certeza" de que os HDs estão no sítio Hayvenhrust, que pertence à família, na localidade de Encino, na Califórnia.

"Os advogados do espólio irão enviar cartas (para recuperar e inventariar o conteúdo dos HDs)", acrescentou DiLeo.

Não foi possível ouvir representantes da família Jackson, inclusive LaToya.

Uma assessora de will.i.am disse que o cantor não ficou com cópias do seu trabalho com Jackson. Representantes de Akon e Ne-Yo não foram localizados ou não souberam dar nenhuma informação.

DiLeo disse à Rolling Stone que havia pelo menos cem músicas inéditas -- muitas delas gravadas durante o auge da carreira de Jackson, na década de 1980, inclusive algumas faixas "sensacionais" que acabaram fora do álbum "Bad", de 1987.

(Reportagem de Dean Goodman)

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Michael Jackson permanece no topo das paradas britânicas

Michael Jackson permanece no topo das paradas britânicas

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

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LONDRES (Reuters) - A popularidade de Michael Jackson com os consumidores de música britânicos não mostra sinais de cansaço e "The Essential" continua no topo das paradas de álbuns no Reino Unido pela 5a semana consecutiva, informou a empresa Official Charts.

Jackson foi ao primeiro lugar das paradas desde a sua morte em junho, com "Essential" e a coletânea "Number Ones" ocupando o topo pelas últimas seis semanas, enquanto fãs fazem cópias de seu antigo catálogo.

Não houve mudanças no número 2, ocupado por Florence & the Machine com "Lungs", enquanto o grupo de hip hop norte-americano Black Eyed Peas foi para o 3o lugar com "The End".

O ex-número 1 "Sunny Side Up", do cantor e compositor escocês Paolo Nutini, continuou em 4o lugar, e a banda norueguesa A-Ha, que fez sucesso nos anos 1980, ficou na 5o posição com o álbum "Foot Of The Mountain".

Na parada das músicas, o Black Eyed Peas ficou em primeiro lugar com "I Gotta Feeling", batendo "Beat Again", do JLS, a banda de meninos de R&B que apresentou o programa de TV de reality show X-Factor que ficou em 2o.

Mr. Hudson, apresentando Kanye West, caiu uma posição para 3o com "Supernova".

(Reportagem de Michael Holden)

Igreja católica inglesa alerta sobre excesso de emails

Igreja católica inglesa alerta sobre excesso de emails

domingo, 2 de agosto de 2009
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LONDRES (Reuters) - A igreja católica da Inglaterra está preocupada que o uso excessivo de emails e mensagens de texto por celulares esteja criando laços superficiais e minando a vida em comunidade.

Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, afirmou em uma entrevista ao Sunday Telegraph que os sites populares de relacionamento levaram os jovens a "relações transitórias", que os colocam em risco de cometer suicídio quando terminam.

"A amizade não é uma commodity, a amizade é algo que dura quando é verdadeira e implica trabalho duro", acrescentou.

"Acho que há uma preocupação de que o uso excessivo, ou quase exclusivo, de textos e emails signifique que nós, como sociedade, estamos perdendo parte da habilidade de construir a comunicação interpessoal que é necessária para vivermos juntos e construirmos uma comunidade."

O arcebispo, de 63 anos, afirmou que o uso excessivo de informação eletrônica está "desumanizando".

(Por Michael Holden)

Peças de Mozart recém descobertas são executadas na Áustria

Peças de Mozart recém descobertas são executadas na Áustria

domingo, 2 de agosto de 2009

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SALZBURGO, Áustria (Reuters) - Um pianista austríaco executou duas peças recém descobertas de Wolfgang Amadeus Mozart em público pela primeira vez no domingo, numa casa em que o compositor morou.

Os movimentos, um concerto e um prelúdio, foram a princípio avaliados como trabalhos anônimos por seus arquivistas, a Fundação Internacional Mozarteum. Uma análise mais cuidadosa determinou que haviam sido compostos por Mozart quando ele tinha sete ou oito anos.

As duas peças foram transcritas na letra do pai de Mozart, Leopold, mas a análise mostra que ele deve tê-lo feito com base na execução de seu filho prodígio ao piano, disse a jornalistas Ulrich Leisinger, pesquisador da fundação.

Ele afirmou que o jovem Mozart quase certamente pediu ao pai para colocar as peças no papel porque ainda não dominava a notação musical, e mais tarde fez suas próprias correções.

"Era um jovem compositor fazendo o máximo para mostrar do que era capaz. A peça de fato tem erros técnicos e trechos esquisitos que uma mão experiente como Leopold Mozart não teria escrito", disse Leisinger.

"Nem o estilo de composição nem o manuscrito cheio de correções apressadas são consistentes com a autoria de Leopold."

As duas peças foram tocadas pelo pianista Florian Birsak no próprio piano de Mozart na casa de Salzburgo onde ele viveu vários anos na juventude, e que agora é um museu.

A Fundação Internacional Mozarteum foi criada como organização sem fins lucrativos em 1880 para se concentrar na vida e na obra de Mozart, realizando concertos, administrando museus e promovendo pesquisas a respeito do compositor.

Mozart nasceu em Salzburgo em 1756 e morreu em Viena em 1791, aos 35 anos.

Ele começou a tocar piano com pouca idade e aos cinco anos já compunha, chegando a escrever 600 peças e tornando-se um dos mais prolíficos e amados compositores clássicos.

Esta não é a primeira vez em anos recentes que trabalhos de Mozart aparecem. No ano passado uma biblioteca em Nantes, na França, relatou ter descoberto que uma partitura doada por um colecionador particular no final do século 19 era um original de Mozart e não uma cópia, como se acreditara até então.

(Por Mark Heinrich)

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