domingo, 28 de junho de 2009

Protagonista de '10.000 a.C.' tem raízes brasileiras e Exposição oferece imersão no universo de 'Guerra nas estrelas'

Protagonista de '10.000 a.C.' tem raízes brasileiras

Camilla Belle é filha de uma santista, fala português e assiste a novela.Depois de trabalhar com Spielberg e Emmerich, ela pensa em fazer filmes no Brasil. (Foto: Divulgação)

Débora Miranda Do G1, em São Paulo

Ao vê-la em “10.000 a.C.”, com o cabelo cheio de dreadlocks, você pode não se lembrar, mas muito provavelmente já viu Camilla Belle antes. Concentre-se nos olhos azuis e no rosto de menina. Sim, ela contracenou com Daniel Day-Lewis em “O mundo de Jack e Rose”. Volte um pouco no tempo. Ela era a menininha de “Jurassic Park – O mundo perdido”, segunda parte da trilogia de Steven Spielberg.

Crítica: '10.000 a.C' tem bons efeitos, mas história rasa


E antes de tudo isso, Camilla, 21 anos, é filha de uma brasileira de Santos, troca Los Angeles por Santos uma vez ao ano, assiste às novelas da Globo e fala português fluentemente. Em entrevista ao
G1, a atriz falou sobre a experiência de participar de um épico, contou sobre suas influências, sobre a casa “totalmente brasileira” em que vive e sobre os cineastas com quem gostaria de trabalhar.

Leia, abaixo, trechos da entrevista.

Camilla Belle em cena de ''10.000 a.C.'', que estréia nesta sexta-feira nos cinemas brasileiros


G1 – Você trabalhou em muitos filmes independentes, com projetos totalmente diferentes de ’10.000 a.C.’, que é um épico. O que te atraiu no projeto?

Camilla Belle –
O roteiro, inicialmente. E o fato de que, além de ser um épico, é uma grande história de amor. Toda mulher quer fazer parte de uma história de amor. Além disso, é um filme histórico, que fala de uma época que eu nunca tinha visto ser mostrada no cinema. E se você quer fazer um filme grande, tem que fazê-lo com Roland Emmerich. Imaginei que seria uma aventura.

G1 – E foi?

Camilla –
Sim, foi [risos]. Passamos seis meses viajando, morremos de frio na Nova Zelândia e depois fomos para o calor africano. Sempre sonhei em conhecer a África, estivemos na Cidade do Cabo e na Namíbia. A verdade é que eu não pensava em fazer um filme grande, mas essa oportunidade me atraiu muito, por se tratar de um assunto diferente. Há muitos filmes sobre a mesma coisa, super-heróis, Super-Homem... É muito sem graça.

Os olhos claros são a marca registrada da atriz americana
(Foto: Divulgação)

G1 – Você não gosta do Super-Homem?

Camilla –
[Risos] Gosto um pouco, mas não costumo assistir.

G1 – De que tipos de filme você gosta?

Camilla –
Faço filmes que eu gostaria de ver. Gosto de drama, comédia, musical... Gosto de épicos e filmes grandiosos. Para trabalhar, gosto de participar de produções independentes, porque são mais pessoais, você se envolve com todas as etapas do trabalho, aprende mais como atriz e como pessoa.

G1 – Você já trabalhou com muitos profissionais conceituados no cinema. Quem são suas referências?

Camilla –
Trabalhei com Steven Spielberg quando tinha uns 10 anos de idade e considero essa experiência, ainda hoje, um dos momentos mais grandiosos da minha carreira. E contracenei com Daniel Day-Lewis, que é um ator genial.

Camilla em cena com Daniel Day-Lewis, no filme ''O mundo de Jack e Rose'' (Foto: Divulgação)

G1 – Sua mãe é brasileira e você fala português fluentemente. Como é sua relação com o Brasil? Você vem sempre para cá?

Camilla –
Nasci em Los Angeles, mas fui ao Brasil pela primeira vez aos 2 anos de idade. Desde então, tentamos voltar todos os anos. A melhor amiga da minha mãe vive em São Paulo e temos alguns familiares em Santos. Costumamos também viajar para conhecer outros lugares. Já estive na Amazônia, na Bahia, no Rio, em Maceió. Minha mãe sempre foi dura comigo para que eu falasse português. Quando adolescente, eu não gostava muito, minhas amigas só falavam inglês. Mas aí ela assinou a Globo e comecei a ver novelas e jornais, isso me ajudou muito. Minha casa, na verdade, é totalmente brasileira. Aqui não tem nada de Estados Unidos. Meu pai, coitado, se sente meio sozinho [risos].

G1 – E o que você conhece do cinema brasileiro?

Camilla –
É difícil porque aqui não chegam muitos filmes, acho que eles vão mais para Nova York. Mas eu procuro me informar e assistir o que chega. Admiro muito o Fernando Meirelles, aqui ele é um dos brasileiros mais famosos, adorei “Cidade de Deus”. Vi que o José Padilha ganhou o Festival de Berlim, mas ainda não consegui ver o filme dele [‘Tropa de elite’], não chegou por aqui. Tem o Cao Hamburger, o Heitor Dhalia. Sei que são novos diretores e gostaria muito de trabalhar com eles.

Crítica: '10.000 a.C.' tem bons efeitos, mas história rasa

Novo filme de Roland Emmerich, que estréia nesta sexta (7), peca pelo roteiro.
Aventura mistura seres pré-históricos, lendas de deuses, profecias e pirâmides.

Débora Miranda Do G1, em São Paulo

O que você imagina ao voltar 10.000 anos antes de Cristo? O diretor Roland Emmerich (de ‘Independence day’ e ‘O dia depois de amanhã’) ousou viajar no tempo e contar a história de uma remota tribo cercada de fome, medo e muitas lendas.

Veja outros filmes

Efeitos especiais não faltam a “10.000 a.C.”, que estréia nesta sexta-feira (7) –com o currículo de Emmerich, não se poderia esperar nada diferente. Mas a trama é rasa, o roteiro é cheio de clichês (isso sem exigir coerência histórica) e as atuações são fracas.

O filme centra seu foco em D’Leh (o novato Steven Strait), um rapaz solitário que vive rodeado por fantasmas de que seu pai teria abandonado sua tribo, quando ele era ainda criança, para fugir da fome. Acusado de covarde, ele vive isolado até conhecer seu grande amor, Evolet (Camilla Belle), uma menina com belos e brilhantes olhos azuis, que chega para realizar uma antiga e misteriosa profecia.

Os guerreiros da tribo de D’Leh se reúnem para cumprir o ritual da sagrada caça ao mamute. Aquele que conseguir abater o líder da manada vira herói, conquista o posto de líder entre os caçadores e ainda ganha o direito de se casar com Evolet.

Mas o destino de D’Leh lhe reserva surpresas e desafios. Sua tribo é atacada por homens que buscam escravos e, além de matar famílias inteiras, eles levam prisioneiros consigo –incluindo a disputada jovem dos olhos azuis. A partir de então, D’Leh embarcará em uma jornada para reconquistar não apenas seu grande amor, mas também a auto-estima diante de seus companheiros de tribo.

A saga do guerreiro envolve seres pré-históricos, lendas de deuses, profecias e pirâmides. Se por um lado pode ser revelador ser apresentado a um povo que não conhece cavalos (‘demônios de quatro patas’), barcos ou qualquer outro meio de transporte, o filme de Emmerich acaba virando uma grande mistura, daquelas que têm de tudo um pouco e não acrescenta nada.

Exposição oferece imersão no universo de 'Guerra nas estrelas'

Evento abre nesta quarta-feira (5), no Porão das Artes do Parque do Ibirapuera, em SP.
Atração reúne atividades educativas para crianças e mostra de "relíquias" dos filmes.

Salvador Nogueira Do G1, em São Paulo

Salvador Nogueira/G1

Soldados do Império Galáctico (os 'storm troopers') fazem a recepção na Star Wars Exposição Brasil (Foto: Salvador Nogueira/G1)

A entrada é guardada por "storm troopers", os soldados do Império Galáctico. Perambulando pelos corredores, você corre o risco de trombar com Darth Vader, de sabre de luz em punho. Essas são algumas das emoções para quem visitar a "Star wars exposição Brasil", que abre nesta quarta-feira (5) em São Paulo.

O
acervo da mostra é composto por cerca de 200 peças, todas elas originais -- de um modo ou de outro, todas participaram da realização das duas trilogias cinematográficas da saga criada por George Lucas. Há modelos em escala de naves espaciais, figurinos diversos e até mesmo o caça (ou Jedi Starfighter, para os aficcionados) usado por Anakin Skywalker (Hayden Christensen) no início do Episódio III, "A vingança dos Sith". Detalhe: a nave tem acopladas engrenagens mecânicas que fazem com que ela reproduza os mesmos movimentos que ela fez no filme.

Veja galeria de fotos da exposição

Leia entrevista com o ator que fez o robô C-3PO


Além dela, há outros veículos em tamanho real: o "pod racer" usado pelo jovem Anakin no Episódio I ("A Ameaça Fantasma"), o carro voador do Episódio II ("O ataque dos clones") e a moto voadora imperial utilizada no Episódio VI ("O retorno de Jedi").

Entre os modelos em escala reduzida (usados para filmagens de cenas espaciais), destacam-se criações feitas para a primeira trilogia, como o clássico cargueiro Millenium Falcon e os caças X-Wing dos rebeldes.

Se o gosto do visitante for pelos figurinos, há para todos os gostos -- desde as "vestes" de C-3PO, até a roupa original de Darth Vader, passando pelos trajes simples de Han Solo e pela "pele" de Chewbacca.

Escola Jedi

A exposição conta também com um projeto educacional, composto por atividades para todas as idades escolares (aliás, escolas podem agendar visitas), e uma "Escola Jedi", iniciativa voltada para crianças em que os visitantes podem enfrentar ninguém menos que lorde Vader.

Tudo isso numa instalação muito bem trabalhada, que recebeu elogios de Anthony Daniels, ator que intepretou C-3PO na cinessérie. "A iluminação, os invólucros -- eles produzem a sensação de que tudo está no espaço. Eu já vi muitas exposições como essa em várias partes do mundo, mas nenhuma ficou tão legal assim. E eu não estou sendo bonzinho", disse, em entrevista coletiva realizada no local da exposição.

Enfim, para quem é fã, é um programa imperdível.

Star wars exposição Brasil

Onde: Porão das Artes do Parque do Ibirapuera
Quando: de segunda a domingo (5/3 a 29/6), das 9h às 22h
Ingresso: R$ 30,00 (meia R$ 15,00), na bilheteria, pelo site www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone 0/xx/11 4003-1212. Ainda dá tempo!!

Passando de pau pra c...

Gente do mal por Gilberto Scofield -
6/3/2006

Os chineses estão horrorizados com uma turma de sádicos/feitichistas/doentes que vendem na internet vídeos com uma misteriosa mulher vestida num modelito cheio de fendas cujo maior prazer é... furar com o salto de sua sandália a cabeça de um gatinho! E não é só isso: a vagabu...quer dizer, a mulher participa de outros vídeos furando com seu salto agulha a cabeça de coelhos e cãezinhos.



Imagens do vídeo foram captadas e reproduzidas nos principais jornais do país e o resultado é que a tal escrot..., quer dizer, mulher se tornou a pessoa mais procurada da China hoje. O próprio governo tratou de pedir na rede informações sobre o grupo de lunáticos desocupados e sem família.



Já se descobriu, por exemplo, que o cenário atrás da piran...quer dizer, da mulher é o mar visto da cidade de Hangzhou, capital da província de Zhejiang, ao Sul de Xangai. As entidades de defesa dos animais estão pressionando o governo para criar uma lei específica estipulando punições para pessoas que matam ou maltratam animais, coisa inexistente na China até agora.


O gatinho do vídeo parece já estar morto (ou dopado) antes de ser pisado pelo salto agulha da sujeita, o que não melhora em nada a surrealidade da coisa. Fico me perguntando o que tem na cabeça quem faz isso e quem consome um lixo desses.
O pior é que, aqui na China, filmes sádicos como estes são tudo que o governo comunista precisa para apertar ainda mais a censura na rede, com uma justificativa no melhor estilo: "está vendo? é isso que dá democracia!"
Ai, a humanidade...(suspiros).

E ATENÇÃO: a última foto AINDA NÃO É a mulher pisando no gatinho, é bom deixar claro antes que comecea gritaria. Notem que o pé (e o salto) estão na frente do bichinho e não sobre ele. Até porque eu não sou mórbido a ponto de publicar um nojo desses. Mas tudo é impressionante da pior maneira possível, concordam?

sábado, 27 de junho de 2009

Michael Jackson: ouça aqui a gravação de pedido de socorro

Michael Jackson - 1958-2009Michael Jackson - 1958-2009

Michael Jackson: ouça aqui a gravação de pedido de socorro

Site TMZ divulga gravação da chamada feita para o 911
2009/06/26 | 19:22

Video


«Ele não está respirando». Esta foi uma das frases proferidas por quem telefonou para o 911 -que o site TMZ está divulgando.

Nesta gravação podemos ouvir a conversa e as explicações sobre o que se estava passando, mas desconhece-se ainda quem fez o pedido de ajuda.

«Ele está na cama», disse quem estava ao telefone, tendo explicado que o cantor não estava respirando, apesar de lhe ter feito uma reanimação pelo seu médico pessoal.

«Onde é que ele está?» perguntou o paramédico. «Está na cama», responderam da casa de Michael Jackson. «Coloque-o no chão», disse o paramédico, obtendo nessa altura a informação de que o «Rei das Pop» estava acompanhado pelo seu médico.

«Ele tem o médico pessoal com ele, mas ele não está respondendo ao CPR (massagem cardíaca de reanimação). Ele não está respondendo a nada», respondeu.

A ambulância seguiu de imediato.

Ouça aqui o áudio da gravação do pedido de socorro

do IOL

Morre a atriz Farrah Fawcett


Morre a atriz Farrah Fawcett

Beldade ficou famosa como Jill Munroe na série de televisão As Panteras

25/06/2009Érico Borgo

Faleceu hoje, aos 62 anos, a atriz Farrah Fawcett.

Encorajada pelos pais no esporte e nas artes cênicas, a beldade loira começou carreira por volta dos 20 anos na publlicidade, fazendo comerciais de produtos de beleza e posando para cartazes. Das propagandas foi para pequenos papéis em seriados de sucesso até que conheceu seu primeiro marido,Lee Majors, e foi convidada para aparecer em quatro episódios de O Homem de Seis Milhões de Dólares.

Em 1976, Fawcett teve sua grande chance: viver Jill Munroe na série de televisão As Panteras (Charlie´s Angels). O programa foi um sucesso e a imagem da atriz definiu uma década, com seu pôster de biquini vermelho, lançado na mesma época, tornando-se uma das mais cultuadas imagens da cultura pop.

Apesar de uma extensa e positiva carreira na televisão, no cinema seus melhores momentos restringiram-se a Fuga do Século 23 (Logan´s Run, 1976) e Seduzida ao Extremo (Extremities, 1986), pelo qual foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz.

Fawcett faleceu na manhã de hoje, 25 de junho, depois de uma batalha de dois anos e meio contra um câncer. Sua luta foi registrada em um documentário que ela mesma dirigiu, Farrah's Story.

Farrah Fawcett
Nome Completo: Mary Farrah Leni Fawcett
Natural de: Corpus Christi, Texas, EUA
Nascimento: 2 de Fevereiro de 1947
Falecimento: 25 de Junho de 2009
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Farrah Fawcett

Filmografia

2006 - America's top sleuths (TV)
2004 -
Churrasco da pesada (Cookout, The)
2003 - Hollywood Wives: The new generation (TV)
2001 - Jewel (TV)
2000 - Baby (TV)
2000 -
Dr. T e as mulheres (Dr. T & the women)
1999 - Silk hope (TV)
1998 - Brave little toaster goes to Mars, The (voz)
1997 - Lovemaster, The
1997 -
O apóstolo (Apostle, The)
1996 - Dalva (TV)
1995 - O homem da casa (Man of the house)
1995 -
Caçada brutal (Children of the dust) (TV)
1994 - A substituta (Substitute wife, The) (TV)
1992 - Comportamento criminoso (Criminal behavior) (TV)
1989 - O sacrifício final (Small sacrifices) (TV)
1989 - Retratos da guerra (Margaret Bourke-White) (TV)
1989 - See you in the morning
1987 - Pobre Menina Rica - A história de Barbara Hutton ( Poor little rich girl: The Barbara Hutton story) (TV)
1986 - Caça aos nazistas (Nazi hunter: The Beate Klarsfeld story) (TV)
1986 - Seduzida ao extremo (Extremities)
1986 - Entre duas mulheres (Between two women) (TV)
1984 - Cama ardente (Burning bed, The) (TV)
1984 - Red-light sting, The (TV)
1981 -
Quem não corre, voa (Cannonball run, The)
1981 - Murder in Texas (TV)
1980 - Missão Saturno 3 (Saturn 3)
1979 -
A morte ronda a pantera (Sunburn)
1978 - Somebody killed her husband
1976 - Fuga do século 23 (Logan's run)
1976 - As panteras (Charlie's angels) (TV)
1975 - Murder on flight 502 (TV)
1974 - Girl who came gift-wrapped, The (TV)
1973 - Great american beauty contest, The (TV)
1971 - Inside O.U.T. (TV)
1971 - Feminist and the fuzz, The (TV)
1970 - Myra Breckinridge
1969 - Un homme qui me plâit
1969 - There's a crowd (TV)
Prêmios

- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz - Drama, por "Seduzida ao Extremo" (1986).

- Recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Atriz - Mini-série/Filme para TV, por "Cama Ardente" (1984), "Caçadores de Nazistas" (1986), " Pobre Menina Rica - A história de Barbara Hutton" (1987) e "O Sacrifício Final" (1989).

- Recebeu uma indicação ao Independent Spirit Awards de Melhor Atriz Coadjuvante, por "O Apóstolo" (1997).

- Recebeu uma indicação ao Framboesa de Ouro de Pior Atriz, por "Missão Saturno 3" (1980).

- Recebeu uma indicação ao Framboesa de Ouro de Pior Atriz Coadjuvante, por "Quem Não Corre, Voa" (1981).
Curiosidades

- Viveu com o ator Ryan O'Neal por 17 anos, com quem teve um filho.

- Atuou na série de TV "As Panteras", em 1976 e 1977.

- Possui uma estrela na Calçada da Fama, devido ao seu trabalho na TV, localizada em 7051 Hollywood Boulevard.

Farrah's Story

Megan Fox vive de novo a garota perfeita para o protagonista de Transformers 2: A Vingança dos Derrotados

Crítica:

Transformers 2: A Vingança dos Derrotados

Continuação do hit de 2007 é o melhor filme ruim da temporada

19/06/2009Marcelo Hessel

Por um momento, por alguma razão, chegou-se a pensar que Michael Bay poderia dirigir algo que não fosse um típico filme de Michael Bay.Transformers: A Vingança dos Derrotados traz todo mundo de volta à realidade, na base da porrada. Com cinco minutos de filme já dá pra lembrar da inépcia do diretor de Pearl Harbor, A Ilha, Armageddon e do primeiro Transformers.

Primeiro, quando a narração de Optimus Prime reitera tudo aquilo que já está dito na imagem: os Autobots colaboram com o exército dos EUA em regime de sigilo para impedir que os Decepticons voltem a ameaçar o planeta. Logo em seguida, revemos Sam (Shia LaBeouf), prestes a entrar na faculdade, prestando juras de amor a Mikaela (Megan Fox) - a câmera de Bay circulando o casal em traveling, vai e

volta, close-up e música melosa, como se já fosse o clímax dramático do filme.

O fato é que Bay filma tudo como se fosse clímax, ao longo de 2 horas e 27 minutos de projeção.

Os cacoetes estão todos lá: o herói acenando para um jato em câmera lenta, a donzela em contraluz, a propaganda patriótica do arsenal do exército. Problemas do roteiro do primeiro filme, como as subtramas desconectadas (tinha os hackers e o ministro, tinha Sam, tinha os militares etc.), são remendados da pior forma: colocando todos os personagens numa trama só. Portanto, espere ver os parentes todos de Sam correndo das explosões em slo-mo. É a famosa "diversão para toda a família".

Adicione aí mais uma dezena de robôs e... Bem, não dá pra dizer que os excessos de Transformers 2são uma surpresa. De Michael Bay não se esperaria diferente. Ao fim da sessão para a impresa, o editor do Omelete Érico Borgo resumiu bem: "Parece que fui estuprado por um robô". Um, não, vários. É orobot gang rape.

O que não deixa de ser interessante para apreciadores do trash e masoquistas em geral. A falta de autocrítica (ou de noção mesmo) dos envolvidos chega a ser encantadora. Num plano, por exemplo, os carros estão atravessando um deserto. No seguinte, a paisagem já muda para cabras e mato rasteiro. Corta, e eles voltam para o deserto. Corta, e eles voltam para o cenário do mato ralo. Por muito menos Ed Wood foi eleito o pior cineasta de todos os tempos.

Continuidade pra quê, afinal? O desapego que Michael Bay tem com qualquer convenção cinematográfica (ou geográfica) que não sejam as suas próprias, trabalhado ao longo de uma uníssona carreira, alcança seu ápice aqui. Lá pelo meio do filme, quando John Turturro já mostrou a bunda e conversou em árabe com o Umpa Lumpa da Fábrica de Chocolate, chego a cogitar que Transformers 2alcançou uma espécie de perfeição farrelliana, uma epifania do banal, onde tudo trabalha a favor da transgressão da forma e do conteúdo.

Seria genial se fosse uma transgressão consciente, o que não parece ser o caso.


Assista aos clipes
Saiba onde ver o filme

Transformers

O filme de ação do ano!

15/07/2007Érico Borgo

A deslumbrante Megan Fox, que vive a garota perfeita que o protagonista de Transformers tenta conquistar, atua mal pra burro. Mas, sinceramente, não prestei muita atenção no que ela falava. A barriga perfeita da atriz paralisou vários dos meus centros de inteligência.

De certa forma, o hiperativo Transformers é uma enorme Megan Fox.

Parecia um projeto improvável este de levar os robôs da Hasbro ao cinema. Extremamente populares na década de 1980, os brinquedos e desenhos animados, como muitos dos outros projetos da época, hoje são considerados "coisas de criança" pelos cabelos-brancos encarregados de estúdios que, preguiçosamente, não fazem a conta: as crianças de 20 anos atrás hoje têm em torno de 30 anos - e dinheiro pra irem ao cinema. Demorou, mas os produtores conseguiram emplacar a idéia na Dreamworks de Steven Spielberg, que entende essa matemática como ninguém.

A influência do cineasta é visível nos melhores momentos de Transformers. Michael Bay, encarregado da direção, era outro que não acreditava no potencial do projeto, mas foi convencido pela visão de Spielberg. Esse não é um filme de robôs, é um filme de um jovem e seu primeiro carro - envolvido inadvertidamente no meio de uma invasão espacial.

A contratação de Bay foi um tremendo acerto. Apesar de alguns hábitos cinematográficos dignos de álbum de fotos de casamento - alguém aí aguenta mais um beijo contraluz, pôr-do-sol ao fundo, na vida? - o diretor detesta as telas azuis tão na moda em Hollywood. E odeia mais ainda cenários em estúdios. Seu negócio é ir pra rua com sua equipe, explodir coisas de verdade - e essa predileção pela pirotecnia realista é elemento decisivo no sucesso de Transformers. Afinal, não apenas o público sente que a batalha pelo futuro do planeta está sendo travada no jardim de casa, mas os atores também "entram" melhor no clima do filme.

Shia LaBeouf, que vive o personagem principal,Sam Witwicky, é o melhor exemplo disso. É frequente ouvirmos em entrevistas que "atuar é reagir". Se isso é verdade, as bolas de tênis no alto de mastros para as quais Shia olha durante as filmagens, que mais tarde são substituídas por robôs de 10 metros de altura, merecem ganhar Oscars. Shia "reage" ao nada como ninguém antes dele. O sujeito grita, se emociona e interage com os robôs ausentes com entrega total. Não fosse ele, o filme perderia metade de sua força.

Outro acerto na mosca foi o equilíbrio perfeito entre o bom humor e a ação. As cenas de pancadaria e perseguição são extremamente empolgantes, com direito a câmera na mão - estilo de filme de guerra - e intercaladas com momentos absolutamente hilários. A cena dos robôs escondidos no jardim, enquanto os pais de Sam discutem o que ele estava fazendo trancado no quarto, é Spielberg puro. ET entre as bonecas, se o extraterrestre tivesse sido encontrado no primeiro American Pie. E a cena só melhora com o conhecimento de que todos os diálogos ali foram improvisados pelo trio de atores, LaBeouf, Kevin Dunn e Julie White.

E por falar em improviso, o apreço de Bay pela técnica numa superprodução hollywoodiana tem que ser louvado. Anthony Anderson, como um super-hacker, é outro que dá um show - a impressão (provavelmente correta) é de que todas as cenas em que ele aparece são improvisadas.

Outra fonte de risadas é o próprio governo dos Estados Unidos, algo curiosíssimo, considerando que a produção teve imenso apoio das Forças Armadas do país. George W. Bush e sua administração mais uma vez viram motivo de piada em mais de uma ocasião - e levam até ácidas críticas quando os EUA se mobilizam contra a Coréia do Norte e a China antes mesmo de saber se o ataque partiu deles ou de outra fonte. Qualquer semelhança com eventos do início do século não são mera coincidência... Mas os militares não devem estar muito preocupados mesmo, afinal, os soldados recebem aquele glamour que só Michael Bay consegue dar - câmeras lentas, as silhuetas portando armas ao longe, os atos de coragem emocionantes, etc. Tudo um tanto asqueroso e tudo muito brega, mas funciona inegavelmente bem como propaganda militar.

Mas quem se importa com Josh Duhamel e Tyrese Gibson, os milicos-glamour, quando temos Líder Optimus e Megatron se arrancando os parafusos na telona? É o efeito Megan Fox...

Os robôs estão absolutamente sensacionais! Os personagens blocadões dos desenhos ganharam milhares de partes móveis pelas mãos da equipe da ILM de George Lucas. Só o chefe dos Autobots, por exemplo, tem 10 mil partes diferentes que se mexem quando ele passa de caminhão para autômato. Por conta disso, alguns fãs torceram o nariz, reclamando que eles se parecem pouco com suas contra-partes animadas. Bobagem. O resultado beira o chocante, com robôs mudando em pleno vôo para atacar oponentes, ou mesmo semi-transformados, arrasando uma auto-pista em perseguições alucinantes. Ação definitivamente não falta em Transformers. E para os fãs, os roteiristas reservaram inúmeras surpresas, como frases clássicas e pistas escondidas.

Enfim, desde já um dos melhores filmes de ação do ano!

do Omelete

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Atriz Farrah Fawcett morre, aos 62 anos, nos EUA

Atriz Farrah Fawcett morre, aos 62 anos, nos EUA


da Folha Online

A atriz Farrah Fawcett, 62, conhecida por seu papel na série "As Panteras", morreu na manhã desta quinta-feira (25), em um hospital de Los Angeles, informou seu porta-voz Paul Boch.


Internações marcaram últimos anos de Farrah Fawcett
Veja os principais trabalhos de Farrah Fawcett no cinema e na TV
Documentário sobre atriz tem quase 9 milhões de telespectadores
Atriz fala pela primeira vez sobre luta contra o câncer

Fawcett lutava, há cerca de dois anos e meio, contra um câncer retal. A luta da atriz contra a doença se transformou em um documentário, intitulado "Farrah Story", e transmitido recentemente da TV norte-americana.

A atriz se tornou conhecida em 1976 ao integrar o elenco do seriado de TV "As Panteras". Fawcett deixou a série após uma temporada, quando começou a trabalhar no cinema, no filme "Somebody Killed Her Husband".

AP
A atriz Farrah Fawcett, uma das integrantes da série "As Panteras", morreu nesta quinta-feira nos EUA
A atriz Farrah Fawcett, uma das integrantes da série "As Panteras", morreu nesta quinta-feira nos EUA

Nesta quarta-feira, Fawcett havia sido encaminhada a uma UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) devido à piora no seu quadro clínico, de acordo com o site do jornal americano "Extra".

Ela estava internada desde o começo da semana e estava acompanhada do namorado Ryan O'Neal.

Considerada uma das mulheres mais atraentes de Hollywood nos anos 70, Fawcett concordou recentemente em se casar com o ator Ryan O'Neal, seu parceiro desde os anos 80. O ator, de 68 anos, revelou que ela era o amor de sua vida e, por isso, pediu sua mão em casamento.

Os dois já foram casados em 1979, mas o casamento terminou nos anos 90.

No entanto, eles se reencontraram em um dos momentos mais difíceis na vida da atriz e, segundo confessou O'Neal, depois de várias tentativas, sua companheira de toda a vida finalmente disse o "sim". "Diremos o 'sim' quando ela puder", disse O´Neal nesta semana.

Em recente entrevista concedida à revista "People", O'Neal contou que a atriz passava seus dias confinada em casa, a maior parte do tempo na cama, por causa dos efeitos do tratamento contra o câncer.

Fawcett perdeu o cabelo, estava muito debilitada e só recebia a visita de algumas amigas íntimas, como Jaclyn Smith e Kate Jackson, que foram suas companheiras na popular série de televisão "As Panteras".

com Associated Press e Efe

Folha Ilustrada

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ryan O'Neal diz que Farrah Fawcett finalmente aceitou se casar

Ryan O'Neal diz que Farrah Fawcett finalmente aceitou se casar segunda-feira, 22 de junho de 2009

NOVA YORK (Reuters) - Depois de passar anos pedindo em casamento sua companheira de longa data Farrah Fawcett, o ator Ryan O'Neal disse que ela finalmente aceitou seu pedido, no momento em que se aproxima do fim de sua vida após uma longa batalha contra o câncer.

"Eu a pedi em casamento de novo, e ela aceitou", disse O'Neal em entrevista a Barbara Walters para o programa "20/20", da rede de tevê ABC, que será transmitida na sexta-feira, segundo assessores publicitários do programa.

O'Neal falou com Walters enquanto Fawcett, ex-estrela do seriado de TV dos anos 1970 "As Panteras", luta pela sobrevivência. Em 2006 ela recebeu o diagnóstico de câncer anal, e o câncer agora atingiu seu fígado.

O'Neal, de 68 anos, que namora Fawcett, com idas e vindas, desde o início dos anos 1980, disse a Barbara Walters que ela está "lutando para continuar viva", mas que vai se casar com ele "com certeza".

"Vamos nos casar assim que ela conseguir dizer 'sim'. Talvez ela só consiga acenar com a cabeça", disse ele à apresentadora do programa.

O'Neal tem estado sob o foco da atenção pública desde que a saúde de Fawcett deteriorou, chorando durante entrevistas a programas de TV e revistas americanas quando falou sobre o câncer da atriz, cujo comovente videodiário "Farrah's Story" foi ao ar em maio.

Ele disse a Walters que houve uma época em que pedia para Fawcett se casar com ele "o tempo todo" e que o assunto virou uma espécie de brincadeira entre eles. Mas agora a concordância dela é real; "prometo que vamos nos casar, sim", disse ele.

O'Neal e Fawcett têm um filho, Redmond O'Neal, visto no videodiário de sua mãe sendo libertado da prisão, onde cumprira pena por uso de drogas, a tempo de visitar sua mãe em seu leito de hospital.

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Filho de Farrah Fawcett é indiciado por porte de drogas

Redmond O'Neal, 24 anos, filho dos atores Ryan O'Neal e Farrah Fawcett, foi indiciado na terça-feira (7/4) por posse de entorpecentes, depois de ser flagrado com heroína em uma visita penitenciária.

O'Neal foi detido no domingo (5/4), enquanto a mãe, que sofre de câncer, era internada em um hospital de Los Angeles devido a uma hemorragia decorrente de um procedimento médico feito na Alemanha. Autoridades dizem que o rapaz levava um amigo para visitar um preso na penitenciária do Condado de Los Angeles quando, numa revista, a droga foi encontrada em seu carro. Ele já foi preso com drogas várias vezes, e atualmente estava em liberdade sob fiança por posse de metanfetamina.

terça-feira, 26 de maio de 2009

"Together Through Life" de BobDylan, sob o pseudônimo de Jack Frost.

"Together Through Life" ,foi lançado no dia 28 de abril; o álbum sucede "Modern Times" , contendo dez faixas que foram produzidas pelo próprio Dylan, sob o pseudônimo de Jack Frost.

O músico se sentiu instigado a produzir material novo depois de escrever a canção "Life Is Hard" para a trilha sonora para o próximo filme do diretor francês Oliver Dahan (de "Piaf - um Hino ao Amor"), intitulado "My Own Love Song".

"Together Through Life" é o sucessor do elogiado "Modern Times" (2006).

Bob Dylan em seu 33º álbum

Capa do álbum "Together Through Life", do cantor e compositor Bob Dylan

"Together through Life" (juntos pela vida)-combinado com uma foto de dois jovens se agarrando no banco de um carro, Bob Dylan prepara o ouvinte para seu 33º álbum de estúdio.

A preparação é para a viagem que começa hoje --quando sai o CD nos Estados Unidos-- e vai terminar justamente naquele banco traseiro, no verão de 1959, quando as coisas pareciam mais simples (mas não eram) e as músicas soavam diferente (e realmente soavam, dada a tecnologia da época e das atuais possibilidades de pós-produção).

"Os velhos discos da Chess Records, da Sun Records", suspira o velho Dylan, 67, em recente entrevista para o seu site (www.bobdylan.com). "É meu tipo favorito de som. Gosto do clima, da intensidade. É bem claro, há força e suspense. É gravado ao vivo. O som tipo crava na sua cabeça como uma dor de dente."

São discos que estão na gênese do rock. Da Chess vieram gravações essencialmente de negros, como Howlin' Wolf, John Lee Hooker, Buddy Guy, Bo Diddley e o grande Chuck Berry, entre muitos outros.

Da Sun, baseada em Memphis, entraram para a história discos dos brancos Johnny Cash, Roy Orbinson, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis e, principalmente, Elvis Presley.

É nesse universo que se insere o Dylan 2009. Imagens de uma gangue nova-iorquina feitas em 1959 pelo fotógrafo Bruce Davidson compõem o aspecto visual da nova obra (leia mais no texto ao lado).

"Together through Life" tem dez músicas, assim como o sucesso "Modern Times" (tempos modernos) --que foi primeiro lugar entre os mais vendidos dos EUA em 2006. Mas é menor, com músicas entre três e cinco minutos, em vez de canções entre seis e oito minutos.

O disco também é menos sofisticado que seu antecessor, que tinha baladas delicadas ao piano. Na busca pelo som dos anos 50, Dylan optou pelas guitarras em primeiro plano. Há muitos solos distorcidos, como os dos velhos mestres. E uma sanfona costura tudo, trazendo um clima de beira de estrada.

Dylan conta que não planejou o álbum. Foi convidado, pelo diretor francês Olivier Dahan, para escrever uma música para seu próximo filme, "My Own Love Song". Dylan fez "Life Is Hard", mas as canções não pararam de vir. Quanto aos temas, "essas canções têm uma linha mais romântica", conta.

"Together through Life" abre com a sensacional "Beyond Here Lies Nothin'", em que a sanfona e a guitarra duelam para aparecer. A guitarra lembra a de Keith Richards no Rolling Stones pré-psicodélico, entre 1964 e 1966, quando o inglês imitava justamente... as gravações da Chess Records.

"Life Is Hard", a segunda, mostra que a voz de Dylan está pior do que nunca. Suas cordas vocais estão tão deterioradas que lembram as de Tom Waits, que se notabilizou por fazer do canto rouco uma marca. E isso só torna a canção mais forte.

"My Wife's Home Town" é tão parecida com "I Just Wanna Make Love to You" que Dylan perderia um processo. "I Just Wanna..." é um hit da Chess, de 1954, escrito por Willie Dixon e gravado originalmente por Muddy Waters (e coverizado pelos Stones em seu álbum de estreia, de 1964).

E a volta ao passado segue com rocks básicos ("Jolene"), canções de sanfona ("If You Ever Go to Houston") e lamentos tristes ("This Dream of You"). Culminando com a belíssima "I Feel a Change Comin' on", balada sofisticada que, essa sim, poderia estar em "Modern Times". Mas os tempos de Dylan agora são outros.

Together Through Life
Artista: Bob Dylan
Lançamento: Columbia
Quanto: R$ 30 (importado)
Avaliação: ótimo

Bob Dylan - Beyond Here Lies Nothin' - Together Through Life


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