Camilla Belle é filha de uma santista, fala português e assiste a novela.
Depois de trabalhar com Spielberg e Emmerich, ela pensa em fazer filmes no Brasil.
Débora Miranda Do G1, em São Paulo
Ao vê-la em “
Crítica: '10.000 a.C' tem bons efeitos, mas história rasa
E antes de tudo isso, Camilla, 21 anos, é filha de uma brasileira de Santos, troca Los Angeles por Santos uma vez ao ano, assiste às novelas da Globo e fala português fluentemente. Em entrevista ao G1, a atriz falou sobre a experiência de participar de um épico, contou sobre suas influências, sobre a casa “totalmente brasileira” em que vive e sobre os cineastas com quem gostaria de trabalhar.
Leia, abaixo, trechos da entrevista.
Camilla Belle em cena de ''
G1 – Você trabalhou em muitos filmes independentes, com projetos totalmente diferentes de ’10.000 a.C.’, que é um épico. O que te atraiu no projeto?
Camilla Belle – O roteiro, inicialmente. E o fato de que, além de ser um épico, é uma grande história de amor. Toda mulher quer fazer parte de uma história de amor. Além disso, é um filme histórico, que fala de uma época que eu nunca tinha visto ser mostrada no cinema. E se você quer fazer um filme grande, tem que fazê-lo com Roland Emmerich. Imaginei que seria uma aventura.
G1 – E foi?
Camilla – Sim, foi [risos]. Passamos seis meses viajando, morremos de frio na Nova Zelândia e depois fomos para o calor africano. Sempre sonhei em conhecer a África, estivemos na Cidade do Cabo e na Namíbia. A verdade é que eu não pensava em fazer um filme grande, mas essa oportunidade me atraiu muito, por se tratar de um assunto diferente. Há muitos filmes sobre a mesma coisa, super-heróis, Super-Homem... É muito sem graça.
Os olhos claros são a marca registrada da atriz americana
(Foto: Divulgação).jpg)
G1 – Você não gosta do Super-Homem?
Camilla – [Risos] Gosto um pouco, mas não costumo assistir.
G1 – De que tipos de filme você gosta?
Camilla – Faço filmes que eu gostaria de ver. Gosto de drama, comédia, musical... Gosto de épicos e filmes grandiosos. Para trabalhar, gosto de participar de produções independentes, porque são mais pessoais, você se envolve com todas as etapas do trabalho, aprende mais como atriz e como pessoa.
G1 – Você já trabalhou com muitos profissionais conceituados no cinema. Quem são suas referências?
Camilla – Trabalhei com Steven Spielberg quando tinha uns 10 anos de idade e considero essa experiência, ainda hoje, um dos momentos mais grandiosos da minha carreira. E contracenei com Daniel Day-Lewis, que é um ator genial.
Camilla em cena com Daniel Day-Lewis, no filme ''O mundo de Jack e Rose'' (Foto: Divulgação)
G1 – Sua mãe é brasileira e você fala português fluentemente. Como é sua relação com o Brasil? Você vem sempre para cá?
Camilla – Nasci
G1 – E o que você conhece do cinema brasileiro?
Camilla – É difícil porque aqui não chegam muitos filmes, acho que eles vão mais para Nova York. Mas eu procuro me informar e assistir o que chega. Admiro muito o Fernando Meirelles, aqui ele é um dos brasileiros mais famosos, adorei “Cidade de Deus”. Vi que o José Padilha ganhou o Festival de Berlim, mas ainda não consegui ver o filme dele [‘Tropa de elite’], não chegou por aqui. Tem o
Crítica: '
Novo filme de Roland Emmerich, que estréia nesta sexta (7), peca pelo roteiro.
Aventura mistura seres pré-históricos, lendas de deuses, profecias e pirâmides.
Débora Miranda Do G1,
Efeitos especiais não faltam a “
O filme centra seu foco em D’Leh (o novato Steven Strait), um rapaz solitário que vive rodeado por fantasmas de que seu pai teria abandonado sua tribo, quando ele era ainda criança, para fugir da fome. Acusado de covarde, ele vive isolado até conhecer seu grande amor, Evolet (Camilla Belle), uma menina com belos e brilhantes olhos azuis, que chega para realizar uma antiga e misteriosa profecia.
Os guerreiros da tribo de D’Leh se reúnem para cumprir o ritual da sagrada caça ao mamute. Aquele que conseguir abater o líder da manada vira herói, conquista o posto de líder entre os caçadores e ainda ganha o direito de se casar com Evolet.
Mas o destino de D’Leh lhe reserva surpresas e desafios. Sua tribo é atacada por homens que buscam escravos e, além de matar famílias inteiras, eles levam prisioneiros consigo –incluindo a disputada jovem dos olhos azuis. A partir de então, D’Leh embarcará em uma jornada para reconquistar não apenas seu grande amor, mas também a auto-estima diante de seus companheiros de tribo.
A saga do guerreiro envolve seres pré-históricos, lendas de deuses, profecias e pirâmides. Se por um lado pode ser revelador ser apresentado a um povo que não conhece cavalos (‘demônios de quatro patas’), barcos ou qualquer outro meio de transporte, o filme de Emmerich acaba virando uma grande mistura, daquelas que têm de tudo um pouco e não acrescenta nada.
Exposição oferece imersão no universo de 'Guerra nas estrelas'
Evento abre nesta quarta-feira (5), no Porão das Artes do Parque do Ibirapuera, em SP.
Atração reúne atividades educativas para crianças e mostra de "relíquias" dos filmes.
Salvador Nogueira Do G1, ![]()

Salvador Nogueira/G1
Soldados do Império Galáctico (os 'storm troopers') fazem a recepção na Star Wars Exposição Brasil (Foto: Salvador Nogueira/G1)
A entrada é guardada por "storm troopers", os soldados do Império Galáctico. Perambulando pelos corredores, você corre o risco de trombar com Darth Vader, de sabre de luz
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Veja galeria de fotos da exposição
Leia entrevista com o ator que fez o robô C-3PO
Além dela, há outros veículos em tamanho real: o "pod racer" usado pelo jovem Anakin no Episódio I ("A Ameaça Fantasma"), o carro voador do Episódio II ("O ataque dos clones") e a moto voadora imperial utilizada no Episódio VI ("O retorno de Jedi").
Entre os modelos em escala reduzida (usados para filmagens de cenas espaciais), destacam-se criações feitas para a primeira trilogia, como o clássico cargueiro Millenium Falcon e os caças X-Wing dos rebeldes.
Se o gosto do visitante for pelos figurinos, há para todos os gostos -- desde as "vestes" de C-3PO, até a roupa original de Darth Vader, passando pelos trajes simples de Han Solo e pela "pele" de Chewbacca.
Escola Jedi
A exposição conta também com um projeto educacional, composto por atividades para todas as idades escolares (aliás, escolas podem agendar visitas), e uma "Escola Jedi", iniciativa voltada para crianças em que os visitantes podem enfrentar ninguém menos que lorde Vader.
Tudo isso numa instalação muito bem trabalhada, que recebeu elogios de Anthony Daniels, ator que intepretou C-3PO na cinessérie. "A iluminação, os invólucros -- eles produzem a sensação de que tudo está no espaço. Eu já vi muitas exposições como essa em várias partes do mundo, mas nenhuma ficou tão legal assim. E eu não estou sendo bonzinho", disse, em entrevista coletiva realizada no local da exposição.
Enfim, para quem é fã, é um programa imperdível.
Star wars exposição Brasil
Onde: Porão das Artes do Parque do Ibirapuera
Quando: de segunda a domingo (5/3 a 29/6), das 9h às 22h
Ingresso: R$ 30,00 (meia R$ 15,00), na bilheteria, pelo site www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone 0/xx/11 4003-1212. Ainda dá tempo!!
Passando de pau pra c...
Gente do mal por Gilberto Scofield - 6/3/2006
Os chineses estão horrorizados com uma turma de sádicos/feitichistas/doentes que vendem na internet vídeos com uma misteriosa mulher vestida num modelito cheio de fendas cujo maior prazer é... furar com o salto de sua sandália a cabeça de um gatinho! E não é só isso: a vagabu...quer dizer, a mulher participa de outros vídeos furando com seu salto agulha a cabeça de coelhos e cãezinhos.
Imagens do vídeo foram captadas e reproduzidas nos principais jornais do país e o resultado é que a tal escrot..., quer dizer, mulher se tornou a pessoa mais procurada da China hoje. O próprio governo tratou de pedir na rede informações sobre o grupo de lunáticos desocupados e sem família. 
Já se descobriu, por exemplo, que o cenário atrás da piran...quer dizer, da mulher é o mar visto da cidade de Hangzhou, capital da província de Zhejiang, ao Sul de Xangai. As entidades de defesa dos animais estão pressionando o governo para criar uma lei específica estipulando punições para pessoas que matam ou maltratam animais, coisa inexistente na China até agora.
O gatinho do vídeo parece já estar morto (ou dopado) antes de ser pisado pelo salto agulha da sujeita, o que não melhora em nada a surrealidade da coisa. Fico me perguntando o que tem na cabeça quem faz isso e quem consome um lixo desses.
O pior é que, aqui na China, filmes sádicos como estes são tudo que o governo comunista precisa para apertar ainda mais a censura na rede, com uma justificativa no melhor estilo: "está vendo? é isso que dá democracia!"
Ai, a humanidade...(suspiros).
E ATENÇÃO: a última foto AINDA NÃO É a mulher pisando no gatinho, é bom deixar claro antes que comecea gritaria. Notem que o pé (e o salto) estão na frente do bichinho e não sobre ele. Até porque eu não sou mórbido a ponto de publicar um nojo desses. Mas tudo é impressionante da pior maneira possível, concordam?










